Taxa de desemprego é de 12,2% no DF, aponta Dieese
A Secretaria de Trabalho do DF, em parceria com a Codeplan e o Dieese divulgou a Pesquisa de Emprego e Desemprego de novembro; os dados da PED mostraram que o desemprego no DF atinge 12,2% da população economicamente ativa do DF, aproximadamente 183 mil pessoas; quanto aos ocupados, 70,1% atuam no setor de Serviços, ou seja, 925 mil trabalhadores; não há base de comparação anterior, pois, assim como em Belo Horizonte, houve problemas na licitação para contratar a empresa responsável pela pesquisa de campo
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Ádamo Araujo, da Agência Brasília - A Secretaria de Trabalho do DF, em parceria com a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou, na manhã desta quinta-feira (18), a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) de novembro.
Os dados da PED mostraram que o desemprego no DF atinge 12,2% da população economicamente ativa do DF, aproximadamente 183 mil pessoas. Não há base de comparação anterior, pois, assim como em Belo Horizonte, houve problemas na licitação para contratar a empresa responsável pela pesquisa de campo.
"Podemos perceber que, dentro desse percentual, as pessoas que vivem em regiões de renda mais baixa são as que mais têm dificuldades em encontrar emprego. O que justifica isso é o fato de se tratar de pessoas com menor qualificação profissional", argumentou o presidente da Codeplan, Júlio Miragaya.
A região que caracteriza esse número é formada por Brazlândia, Ceilândia, Samambaia, Paranoá, São Sebastião, Santa Maria e Recanto das Emas.
O estudo mostrou que, quanto aos ocupados, 70,1% atuam no setor de Serviços, ou seja, 925 mil trabalhadores. O comércio absorve 18,4%, enquanto Indústria e Construção Civil somam em torno de 10%.
A pesquisa revelou também o rendimento real do trabalhador nos diversos níveis de atividades. A média ficou em R$ 2.599. Desses, os assalariados aparecem no topo com os vencimentos médios de R$ 2.741, seguido pelos autônomos com R$ 1.665. Exclusivamente no setor privado, os ganhos médios giraram em torno de R$ 1.598, sendo R$ 1.640 para aqueles com carteira assinada e R$ 1.354 para os sem registro formal junto ao empregador.
*Com 247
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