Superpoderoso, Cunha aprova convites a 39 ministros de Dilma

Os ministros começarão a ser ouvidos a partir de março, às quintas-feiras, em comissão geral, quando a sessão plenária da Câmara é voltada para debater assunto relevante ou projeto de iniciativa popular ou, no caso, para ouvir ministro de Estado; a recusa, sem justificativa plausível, poderá levar os deputados a aprovarem a convocação

DF - PT/PMDB/TEMER - POLÍTICA - O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), coordena reunião da bancada   do partido para decidir sobre o rompimento, ou não, com a aliança   com o PT e a possível antecipação da convenção do partido, no   plenário 4 das comissões
DF - PT/PMDB/TEMER - POLÍTICA - O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), coordena reunião da bancada do partido para decidir sobre o rompimento, ou não, com a aliança com o PT e a possível antecipação da convenção do partido, no plenário 4 das comissões (Foto: Leonardo Attuch)


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Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou hoje (11) série de convites para que os ministros do governo venham falar na Casa. A medida havia sido anunciada ontem pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Em votação simbólica, sem registro de como cada parlamentar votou, foram aprovados em bloco convites para os 39 ministros do governo da presidenta Dilma Rousseff.

Os ministros começarão a ser ouvidos a partir de março, às quintas-feiras, em comissão geral, quando a sessão plenária da Câmara é voltada para debater assunto relevante ou projeto de iniciativa popular ou, no caso, para ouvir ministro de Estado.

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Por se tratar de convite, os ministros não são obrigados a comparecer. Mas a recusa, sem justificativa plausível, poderá levar os deputados a aprovarem a convocação. De acordo com Cunha, o objetivo é estabelecer um diálogo e acompanhamento do parlamento de como anda cada pasta.

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