STJ nega acesso às investigações da Drácon

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido liminar dos deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD) e Bispo Renato Andrade (PR) para ter acesso ao inquérito da Operação Drácon, apura as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam parlamentares sob suspeita por integrar um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI; os deputados não informaram se iriam recorrer

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido liminar dos deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD) e Bispo Renato Andrade (PR) para ter acesso ao inquérito da Operação Drácon, apura as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam parlamentares sob suspeita por integrar um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI; os deputados não informaram se iriam recorrer
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido liminar dos deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD) e Bispo Renato Andrade (PR) para ter acesso ao inquérito da Operação Drácon, apura as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam parlamentares sob suspeita por integrar um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI; os deputados não informaram se iriam recorrer (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido liminar dos deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD) e Bispo Renato Andrade (PR) para ter acesso ao inquérito da Operação Drácon, apura as denúncias apresentadas pela deputada Liliane Roriz (PTB), em que colocam parlamentares sob suspeita por integrar um esquema de pagamento de propina em contratos de UTI. 

Os deputados não informaram se iriam recorrer, de acordo com informações publicadas pelo G1. Em consequência das investigações, os três foram afastados da Mesa Diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Nos áudios feitos por Liliane, Celina fala sobre mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. Segundo as denúncias, o repasse acabou beneficiando deputados da Mesa Diretora.

Em entrevista à TV Globo, Liliane detalhou parte do suposto "acordo", ao dizer que a negociação tratava de uma "sobra orçamentária" de R$ 30 milhões, destinada originalmente à reforma de escolas e unidades de saúde.

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No início de dezembro, os distritais aprovaram uma mudança no texto, direcionando o aporte para pagar dívidas do Palácio do Buriti com prestadoras de serviço em UTIs. O esquema teria sido montado pelo distrital Cristiano Araújo. Pela denúncia, o acordo envolveria repasse aos deputados de 7% sobre o valor das emendas.

Celina afirmou que Liliane "mentiu" porque sente "inveja" dela. "A acusação é falha porque a emenda é da deputada. A emenda é dela, da vice-presidente. Ela que propôs. Se existe ilegalidade, ela que remoque responder", disse.

 

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