STF nega liberdade a executivos da Camargo

Ministro Teori Zavascki, relator dos casos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), descartou argumento da defesa de Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa; advogados apontavam similaridade entre o caso deles e o do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que teve liberdade confirmada pela 2ª Turma do STF no último dia 10; Teori afirmou, no entanto, que a situação de Duque se fundamentou na presunção de fuga, enquanto eles tiveram prisão preventiva decretada com base na "gravidade concreta" do delito praticado

Ministro Teori Zavascki, relator dos casos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), descartou argumento da defesa de Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa; advogados apontavam similaridade entre o caso deles e o do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que teve liberdade confirmada pela 2ª Turma do STF no último dia 10; Teori afirmou, no entanto, que a situação de Duque se fundamentou na presunção de fuga, enquanto eles tiveram prisão preventiva decretada com base na "gravidade concreta" do delito praticado
Ministro Teori Zavascki, relator dos casos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), descartou argumento da defesa de Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa; advogados apontavam similaridade entre o caso deles e o do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que teve liberdade confirmada pela 2ª Turma do STF no último dia 10; Teori afirmou, no entanto, que a situação de Duque se fundamentou na presunção de fuga, enquanto eles tiveram prisão preventiva decretada com base na "gravidade concreta" do delito praticado (Foto: Roberta Namour)


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247 - O ministro Teori Zavascki, relator dos casos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de liberdade dos executivos Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa.

A defesa dos empreiteiros argumentava que existe similaridade entre o caso deles e o do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que teve liberdade confirmada pela 2ª Turma do STF no último dia 10. O ministro disse, porém, que a situação era diferente, pois a prisão dos dois não se fundamentou na presunção de fuga.

Segundo ele, Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler tiveram prisão preventiva decretada com base na "gravidade concreta" do delito praticado.

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