STF: Mulher e filha de Cunha serão julgadas por Moro

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavaski, responsável pela Operação Lava Jato na Corte, acolheu o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que a mulher do deputado federal Eduardo Cunha, a ex-jornalista da Globo Cláudia Cruz, e uma das filhas do casal, Danielle Cunha, sejam julgadas em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro; segundo Janot, as duas possuíam contas na Suíça e se beneficiaram do pagamento de 5 milhões de dólares de propinas

O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavaski, responsável pela Operação Lava Jato na Corte, acolheu o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que a mulher do deputado federal Eduardo Cunha, a ex-jornalista da Globo Cláudia Cruz, e uma das filhas do casal, Danielle Cunha, sejam julgadas em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro; segundo Janot, as duas possuíam contas na Suíça e se beneficiaram do pagamento de 5 milhões de dólares de propinas
O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavaski, responsável pela Operação Lava Jato na Corte, acolheu o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que a mulher do deputado federal Eduardo Cunha, a ex-jornalista da Globo Cláudia Cruz, e uma das filhas do casal, Danielle Cunha, sejam julgadas em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro; segundo Janot, as duas possuíam contas na Suíça e se beneficiaram do pagamento de 5 milhões de dólares de propinas (Foto: Valter Lima)


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247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavaski, responsável pela Operação Lava Jato na Corte, acolheu o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que a mulher do deputado federal Eduardo Cunha, a ex-jornalista da Globo Cláudia Cruz, e uma das filhas do casal, Danielle Cunha, sejam julgadas em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro.

Segundo Janot, as duas possuíam contas na Suíça e se beneficiaram do pagamento de 5 milhões de dólares de propinas por conta de um contrato de um campo de petróleo pela Petrobras na África. A investigação aponta que entre julho de 2014 e fevereiro de 2015 elas teriam gasto 626 mil reais em compras no cartão de crédito no exterior.

A PGR entende que a investigação contra as duas deva ser remetida para Moro porque apenas o deputado possui foro privilegiado para ser julgado pelo STF.

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A expectativa é se Moro determinará a prisão das duas, caso a força-tarefa solicite a detenção. 

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