STF deve decidir na terça sobre Mercadante e Aloysio

Ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, avalia pedido da Procuradoria Geral da República para abrir investigação contra o ministro-chefe da Casa Civil e o senador tucano Aloysio Nunes por suspeita de doação ilegal; no gabinete dele, estima-se que resposta deve ser dada até terça-feira

Ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, avalia pedido da Procuradoria Geral da República para abrir investigação contra o ministro-chefe da Casa Civil e o senador tucano Aloysio Nunes por suspeita de doação ilegal; no gabinete dele, estima-se que resposta deve ser dada até terça-feira
Ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, avalia pedido da Procuradoria Geral da República para abrir investigação contra o ministro-chefe da Casa Civil e o senador tucano Aloysio Nunes por suspeita de doação ilegal; no gabinete dele, estima-se que resposta deve ser dada até terça-feira (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O ministro decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, já avalia o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para abrir investigação contra o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), por suspeita de recebimento de doação ilegal durante a campanha.

No gabinete dele, estima-se que resposta deve ser dada até terça-feira. Na última quarta-feira 9, o ministro declarou que ainda estudava o caso e não havia previsão. "Estou estudando, estou lendo e verificando se há base empírica, idônea, e se há suporte fático que possa legitimar a abertura de uma investigação penal", disse.

Segundo informou esta semana o ministro Teori Zavascki, que inicialmente recebeu o pedido da PGR, o pedido de investigação não tem relação com o esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato. Por isso, ele pediu para que o caso fosse redistribuído no tribunal. A investigação sobre o ministro Edinho Silva, ex-tesoureiro de campanha da presidente Dilma Rousseff, permanece, no entanto, com Teori.

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Os três alvos de denúncias alegam que suas doações foram legais e devidamente declaradas à Justiça Eleitoral.

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