Sibá critica o golpe terceirizado do PSDB

Integrante da comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o líder do PT na Câmara, Sibá Machado (AC), voltou a criticar duramente o golpismo do PSDB, por ter terceirizado, via Eduardo Cunha e os juristas golpistas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal; "O PSDB, se quiser voltar ao poder, que apresente um programa apoiado pela população e vença as eleições em 2018", afirmou Sibá, acrescentando que os tucanos não vão "ganhar no grito, nem no tapetão"; outro integrante do PT na comissão será o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (CE)

siba machado
siba machado (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - O líder do PT na Câmara dos Deputados, Sibá Machado (AC), afirmou nesta sexta-feira, 4, que ele e o líder do Governo na Casa, José Guimarães (PT-CE) já foram escolhidos como integrantes na comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os outros seis nomes do partido serão escolhidos em reunião da bancada que será realizada segunda-feira, 7.

Sibá voltou a criticar duramente o golpismo do PSDB, por ter terceirizado, via Eduardo Cunha e os juristas golpistas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal a tentativa de apear Dilma do poder sem nenhuma base legal.

"O PSDB, se quiser voltar ao poder, que apresente um programa apoiado pela população e vença as eleições em 2018. Não vai ganhar no grito, nem no tapetão: está na hora de o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG) , reconhecer que perdeu as eleições em 2014 e aprender a respeitar a democracia e a vontade popular expressada nas urnas", disse Sibá.

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Ele reafirmou que, contra o golpismo do PSDB e seus partidos satélites, o PT e todos os setores democráticos – tais como sindicatos, movimentos sociais, entidades estudantis - irão à luta em defesa da democracia e da legitimidade do mandato da presidenta Dilma Rousseff.

Juntamente com o PMDB, o PT é o partido que terá maior número de integrantes no colegiado. Cada um dos dois partidos terá oito do total de 65 integrantes da comissão especial. A comissão deverá analisar o mérito das denúncias e emitir parecer pela continuidade ou não do processo.

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