Sessão do TSE tem bate-boca entre Fux e Noronha

Ministro Luiz Fux propôs fusão das quatro ações sobre a campanha de Dilma Rousseff, para serem comandadas por Maria Thereza de Assis Moura - relatora de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, a única com previsão constitucional para cassar um mandato, segundo ele; já João Otavio de Noronha, corregedor e relator de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral, rebateu dizendo que ele queria agradar o governo; "Sem essas ilações, por favor, sem essas ilações", contestou Fux

Ministro Luiz Fux propôs fusão das quatro ações sobre a campanha de Dilma Rousseff, para serem comandadas por Maria Thereza de Assis Moura - relatora de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, a única com previsão constitucional para cassar um mandato, segundo ele; já João Otavio de Noronha, corregedor e relator de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral, rebateu dizendo que ele queria agradar o governo; "Sem essas ilações, por favor, sem essas ilações", contestou Fux
Ministro Luiz Fux propôs fusão das quatro ações sobre a campanha de Dilma Rousseff, para serem comandadas por Maria Thereza de Assis Moura - relatora de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, a única com previsão constitucional para cassar um mandato, segundo ele; já João Otavio de Noronha, corregedor e relator de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral, rebateu dizendo que ele queria agradar o governo; "Sem essas ilações, por favor, sem essas ilações", contestou Fux (Foto: Roberta Namour)


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247 – Um bate-boca marcou a sessão do TSE desta terça-feira que votou a continuação da ação contra a chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer.

O ministro Luiz Fux propôs fusão das quatro ações sobre a campanha de Dilma Rousseff, para serem comandadas por Maria Thereza de Assis Moura - relatora de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, a única com previsão constitucional para cassar um mandato, segundo ele.

Já João Otavio de Noronha, corregedor e relator de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral, rebateu dizendo que ele queria agradar o governo.

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"Ocorre que no caso concreto temos um fato. Hoje tem uma previsão que a Aije [ação] deve correr na Corregedoria. Muito simples, o ministro João Otávio não é de agrado do governo, da presidente Dilma, não é do agrado do vice-presidente. Faz como? Vamos tirar a competência. Nos ajuizamos uma Aime [ação]".

"Sem essas ilações, por favor, sem essas ilações", contestou Fux.

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Leia aqui reportagem da 'Folha de S. Paulo' sobre o assunto. 

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