Servidores e terceirizados fazem protesto no DF
Terceirizados, professores e servidores da saúde fecharam o Eixo Monumental e a 102 Sul, em Brasília (DF), em dois atos distintos de manifestação; em consequência dos salários atrasados que deveriam ter caído nas contas dos trabalhadores nesta quinta (8), servidores do Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Saúde (SindSaúde), decidiram entrar em greve; os magistérios e os terceirizados informaram que vão acampar em frente ao Palácio do Buriti até receberem os valores devidos
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Brasília 247 – Terceirizados, professores e servidores da saúde fecharam o Eixo Monumental e a 102 Sul, em Brasília (DF), em dois atos distintos de manifestação nesta sexta-feira (9). Em consequência dos salários atrasados que deveriam ter caído nas contas dos trabalhadores nesta quinta (8), servidores do Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Saúde (SindSaúde), decidiram entrar em greve. Os magistérios e os terceirizados informaram que vão acampar em frente ao Palácio do Buriti até receberem os valores devidos.
Na manhã desta sexta-feira (9), o governador Rodrigo Rollemberg disseque os salários de dezembro dos servidores da saúde serão depositados nesta sexta (9) e devem estar disponíveis no sábado (10) nas contas dos trabalhadores. Ao todo, R$ 600 milhões usados para pagar a saúde virão da parcela do Fundo Constitucional do DF.O gestor informou que o pagamento dos servidores da educação deverá ser feito apenas na semana que vem.
Os professores pedem o pagamento do salário de dezembro, das férias, dos 13º dos aniversariantes do mês passado e dos professores temporários. A categoria reivindica, ainda, a correção nos salários dos aniversariantes entre janeiro e agosto. Os terceirizados exigem o pagamento das férias, do ticket alimentação e do vale-transporte do mês passado.
Uma reunião, por volta das 13h, entre a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que organizou o ato, e o secretário de Trabalho, de Relações Institucionais e o secretário-adjunto da Casa Civil acabou sem acordo, segundo o G1.
Em assembleia realizada pela manhã desta sexta, servidores do SindSaúde votaram a favor do início da greve. Apenas os serviços emergenciais vão continuar em funcionamento. Médicos e enfermeiros participaram do protesto, mas eles não aderiram à paralisação. Caso não recebam os pagamentos, eles dizem que voltarão a se reunir, para decidir se entram em greve.
Os profissionais da Saúde também exigem o depósito das horas extras, 13º e férias. A quitação integral da dívida ainda não tem data definida pelo governo, assim como o pagamento dos servidores públicos de outras áreas.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247