Servidores do STF cobram carreira própria

Categoria paralisou as atividades nesta quarta-feira (17) no Supremo Tribunal Federal (STF) para reivindicar a aprovação de uma carreira própria para a categoria. Estima-se que mil pessoas aderiram ao movimento, dando um abraço simbólico na sede de tribunal e fazendo piquete ao lado do plenário, eles buscam a equiparação dos salários com os ganhos dos funcionários dos Poderes Executivo e Legislativo

Categoria paralisou as atividades nesta quarta-feira (17) no Supremo Tribunal Federal (STF) para reivindicar a aprovação de uma carreira própria para a categoria. Estima-se que mil pessoas aderiram ao movimento, dando um abraço simbólico na sede de tribunal e fazendo piquete ao lado do plenário, eles buscam a equiparação dos salários com os ganhos dos funcionários dos Poderes Executivo e Legislativo
Categoria paralisou as atividades nesta quarta-feira (17) no Supremo Tribunal Federal (STF) para reivindicar a aprovação de uma carreira própria para a categoria. Estima-se que mil pessoas aderiram ao movimento, dando um abraço simbólico na sede de tribunal e fazendo piquete ao lado do plenário, eles buscam a equiparação dos salários com os ganhos dos funcionários dos Poderes Executivo e Legislativo (Foto: Leonardo Araújo)


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Agência Brasil - Os servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) paralisaram as atividades hoje (17) por 24 horas para reivindicar a aprovação de uma carreira própria para a categoria. A associação que representa os funcionários estimou que mil pessoas aderiram ao movimento. Eles deram um abraço simbólico na sede de tribunal e fizeram piquete ao lado do plenário.

Os servidores alegam que a aprovação da carreira própria é importante para equiparar os salários com os ganhos dos funcionários dos Poderes Executivo e Legislativo. Segundo eles, há uma defasagem de 53% em relação aos salários dos órgãos do governo. Atualmente, o salário de um analista do STF varia entre R$ 6,5 mil e R$ 10,4 mil. Os vencimentos dos cargos técnicos vão de R$ 3,9 mil a R$ 6,3 mil.

O pedido de aprovação de carreira exclusiva tramita como processo admistrativo no STF e precisa de consenso entre os ministros para que seja analisado internamente pelo tribunal.

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