Servidores da Saúde serão realocados no DF

De 1º a 13 de junho, servidores das unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal poderão ser transferidos voluntariamente de uma região para outra; esse é o primeiro passo concreto do plano do governo de Brasília para alocar com mais eficiência o quadro de aproximadamente 32 mil profissionais da Secretaria de Saúde; uma circular estará nas UPAs para avisar os funcionários do remanejamento

De 1º a 13 de junho, servidores das unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal poderão ser transferidos voluntariamente de uma região para outra; esse é o primeiro passo concreto do plano do governo de Brasília para alocar com mais eficiência o quadro de aproximadamente 32 mil profissionais da Secretaria de Saúde; uma circular estará nas UPAs para avisar os funcionários do remanejamento
De 1º a 13 de junho, servidores das unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal poderão ser transferidos voluntariamente de uma região para outra; esse é o primeiro passo concreto do plano do governo de Brasília para alocar com mais eficiência o quadro de aproximadamente 32 mil profissionais da Secretaria de Saúde; uma circular estará nas UPAs para avisar os funcionários do remanejamento (Foto: Leonardo Lucena)


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GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA - De 1º a 13 de junho, servidores das unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal poderão ser transferidos voluntariamente de uma região para outra. Esse é o primeiro passo concreto do plano do governo de Brasília para alocar com mais eficiência o quadro de aproximadamente 32 mil profissionais da Secretaria de Saúde. Nesta segunda-feira (30), uma circular estará nas UPAs para avisar os funcionários do remanejamento.

O dimensionamento, feito pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas da pasta, baseia-se em visitas a cada unidade de saúde e nos registros do que se apurou nelas. Um sistema de monitoramento on-line dos recursos humanos será apresentado aos gestores em breve. Enquanto ele não começa a funcionar, são esses levantamentos presenciais que identificam onde há déficit ou excesso de funcionários. O governo começará pelas UPAs, porque o registro delas está completo.

Brasília tem seis unidades de pronto atendimento, nas seguintes regiões administrativas: Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. Os servidores podem pedir transferência de uma para outra, desde que elas precisem do profissional. O Núcleo de Pessoas de cada UPA fica responsável por checar essa necessidade. Em Ceilândia, por exemplo, sobram agentes comunitários de saúde, técnicos de radiologia, técnicos de laboratório especializados em patologia clínica e em hematologia e hemoterapia.

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Os remanejamentos serão realizados de acordo com o Manual de Parâmetros para Dimensionamento da Força de Trabalho, publicado no Diário Oficial em 6 de maio. O documento ganhou o prêmio InovaSus, do Ministério da Saúde, em 2014, na categoria Gestão do Trabalho na Saúde. “Antes, encaminhávamos profissionais de acordo com a necessidade que surgia, mas sem parâmetro. Com o manual, vemos em quais unidades faltam recursos humanos e em quais sobram”, diz a subsecretária de Gestão de Pessoas da pasta, Jaqueline Ribeiro.

Próximas etapas
O objetivo do governo de Brasília é fazer o dimensionamento de toda a rede até o fim deste ano. Além das UPAs, já foram levantadas os informações do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e dos centros de saúde daquela região administrativa, do Hospital Regional de Santa Maria e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No Hospital de Base e nas unidades de Brazlândia, os estudos estão quase concluídos. Ceilândia e Gama serão as próximas.

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A transferência de servidores nas outras unidades de saúde começa após o encerramento das trocas nas UPAs. “Lançaremos a realocação de servidores do Hran assim que terminarmos a das UPAs, depois a do Samu, depois do Base e assim por diante”, explica a diretora de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Trabalho da Saúde, Marineusa Bueno.

 

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