Senadores cobram convocação de Aroldo Cedraz

Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cobraram o comparecimento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, a audiência pública no Senado para discutir as pedaladas fiscais; segundo o Diário do Poder, fontes do TCU afirmam que ele teme encarar cobranças sobre as revelações de envolvimento do seu filho, advogado Tiago Cedraz, em tráfico de influência no tribunal e também nas maracutaias da Lava Jato

Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cobraram o comparecimento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, a audiência pública no Senado para discutir as pedaladas fiscais; segundo o Diário do Poder, fontes do TCU afirmam que ele teme encarar cobranças sobre as revelações de envolvimento do seu filho, advogado Tiago Cedraz, em tráfico de influência no tribunal e também nas maracutaias da Lava Jato
Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cobraram o comparecimento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, a audiência pública no Senado para discutir as pedaladas fiscais; segundo o Diário do Poder, fontes do TCU afirmam que ele teme encarar cobranças sobre as revelações de envolvimento do seu filho, advogado Tiago Cedraz, em tráfico de influência no tribunal e também nas maracutaias da Lava Jato (Foto: Roberta Namour)


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247 - Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), cobraram nesta terça-feira (11) o comparecimento do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, a audiência pública no Senado para discutir as pedaladas fiscais.

Segundo o Diário do Poder, fontes do TCU afirmam que Aroldo Cedraz na verdade está com medo de encarar os senadores e ouvir cobranças sobre as revelações de envolvimento do seu filho, advogado Tiago Cedraz, em tráfico de influência no tribunal e também nas maracutaias da Operação Lava Jato. O próprio presidente do TCU também foi alvo de denúncias.
Tasso rebateu o argumento de Cedraz de que não era apropriado o comparecimento, uma vez que o tribunal aguardava em julho as explicações da presidente da República, Dilma Rousseff.

Segundo o parlamentar, não cabe ao presidente do TCU definir o momento apropriado para atender a um convite do Legislativo, porque o tribunal é órgão auxiliar do Congresso Nacional (leia mais).

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