Seguro contratual é novo entrave para Terracap se livrar do Mané Garrincha
Com vários motivos para passar a gestão do Estádio Mané Garrincha para a iniciativa privada, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) tem mais uma causa que pode ser um entrave para atingir esse objetivo: o seguro contratual está em xeque; de acordo com apuração do Metropoles, os reparos no estádio ultrapassam os R$ 10 milhões, e os itens do seguro contratual têm validades que variam entre seis meses e cinco anos, mas a Terracap, em situação financeira complicada, precisa de cautela para desembolsar dinheiro
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Brasília 247 - Com vários motivos para passar a gestão do Estádio Mané Garrincha para a iniciativa privada, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) tem mais uma causa que pode ser um entrave para atingir esse objetivo: o seguro contratual está em xeque.
De acordo com apuração do Metropóles, os reparos no estádio ultrapassam os R$ 10 milhões, e os itens do seguro contratual têm validades que variam entre seis meses e cinco anos, mas a Terracap, em situação financeira complicada, precisa de cautela para desembolsar dinheiro. A empresa já pagou R$ 1,4 bilhão pela construção do espaço e atualmente arca com boa parte dos custos, que giram em torno de R$ 8,7 milhões por ano.
A empresa tenta acelerar a concessão do espaço à iniciativa privada para imputar ao Consórcio 2014, formado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez e Via Engenharia, a responsabilidade pela recuperação das áreas danificadas do Mané Garrincha.
Se não conseguir privatizar a arena em tempo hábil e demandar as reformas necessárias ao consórcio com respaldo judicial, a própria Terracap terá de custear as obras.
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