Rollemberg troca o comando da Saúde
Atual subsecretário, Ivan Castelli recusou o convite alegando problemas de saúde; quem assume no lugar dele é o médico e ex-vice-reitor da Universidade de Brasília (UnB) João Batista de Sousa; o médico disse considerar que as áreas de Atenção Básica, UPAs e emergências estejam entre os principais problemas que deve enfrentar na pasta; ele também citou déficit de profissionais em algumas especialidades, como pediatria
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Brasília 247 – O governador eleito do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), trocou o comando da Secretaria Estadual de Saúde da sua futura gestão. Atual subsecretário, Ivan Castelli recusou o convite alegando problemas de saúde. Quem assume no lugar dele é o médico e ex-vice-reitor da Universidade de Brasília (UnB) João Batista de Sousa.
O médico disse considerar que as áreas de Atenção Básica, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e emergências estejam entre os principais problemas que deve enfrentar na pasta. Ele também citou déficit de profissionais em algumas especialidades, como pediatria.
"(Abastecimento), essa é a questão mais emergente. Depois, temos uma questão crucial que são as emergências lotadas e falta de profissionais", afirmou Batista de Souza ao Correio Braziliense. "A outra que é qualificar um pouco as UPAs e centros de saúde", acrescentou.
Sousa informou, ainda, que pode levar adiante o projeto de passar a gestão das UPAs para as faculdades de saúde. "Acredito que é um desafio enorme", disse. "Acredito que a saúde chegou em um momento que ela não vai ser resolvida em quatro anos. Mas acredito que a gente possa fazer muito com uma boa gestão", complementou.
Segurança
Rollemeberg anunciou, na tarde desta segunda-feira (29), seus os nomes que vão compor o segundo escalão da área de segurança pública. O coronel Florisvaldo Ferreira César assumirá o comando da Polícia Militar. Eric Seba de Castro foi escolhido será o diretor da Polícia Civil. O Corpo de Bombeiros continua sendo chefiado pelo coronel Hamilton Santos Esteves Júnior.
O governador eleito disse que os representantes da Segurança terão total autonomia para montar as equipes. "É uma turma operacional, montada sem nenhum tipo de interferência política e integrada por profissionais qualificados, reconhecidos nas instituições em que atuam pela capacidade de liderança e de diálogo", afirmou.
Segundo o peessebista, as corporações devem trabalhar juntas, em um pacto por Brasília. "Ele se sustentará no tripé formado por prevenção, combate ao crime e inteligência. O objetivo é que exista profunda interação entre as forças de segurança, os órgãos do estado, os demais setores do governo e a sociedade", acrescentou.
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