Rollemberg tem avaliação negativa de 63,5%

Pesquisa do Instituto Dados, encomendado pelo portal Metrópoles, de Brasília, aponta que a cada dez moradores do Distrito Federal, seis classificam o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) como ruim ou péssimo; apenas 7% dos entrevistados consideram sua gestão ótima ou boa; levantamento apontou ainda que 58,8% dos eleitores não votariam no pessebista para um novo mandato

Governador Rodrigo Rollemberg
Governador Rodrigo Rollemberg (Foto: Gisele Federicce)


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Marcos Paulo Lima, especial para o 247 - Já nos primeiros seis meses de gestão, o governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), do Distrito Federal, amargava uma reprovação popular de 46,6%, segundo levantamento divulgado no mês de junho pelo instituto Paraná Pesquisas.

Agora, uma nova pesquisa encomendada pelo portal de notícias Metrópoles ao Instituto Dados mostra que a cada dez moradores do Distrito Federal, seis classificam o governo como ruim ou péssimo. Apenas 7% dos entrevistados consideram sua gestão ótima ou boa.

Eleito no segundo turno com 812.036 votos (55,6%), Rollemberg já não teria essa quantidade de votos se as eleições fossem hoje, uma vez que a pesquisa mostrou que 58,8% dos eleitores não votariam no pessebista para um novo mandato.

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Desculpa esfarrapada - Ainda nas eleições que o elegeram, Rollemberg dizia a célebre frase: "Dinheiro tem, o que falta é gestão".

O líder do PT na Câmara do DF, deputado Chico Vigilante, mostrou que o feitiço virou contra o feiticeiro. Diariamente, o parlamentar mostra que existe dinheiro na conta. Na última sexta-feira (30), por exemplo, o Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO) mostrava que o GDF tinha em caixa mais de R$ 1,7 bilhões.

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Ao perguntar aos eleitores sobre o que eles pensam sobre a alegação que o problema do DF são as dívidas supostamente deixadas pela gestão do petista Agnelo Queiroz, 54,2% dos entrevistados afirmaram, segundo a pesquisa, que isso é uma desculpa esfarrapada para tentar justificar a falta de atitude do governador.

Concessão de reajustes - Garantidos na lei, Rollemberg insiste em não pagar a última parcela dos reajustes dos servidores públicos, causando, assim, uma onda de greves que tem provocado grandes impactos no dia a dia da população e, consequentemente, em seu governo.

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Avaliação - Coordenador do Fórum dos Servidores Públicos do DF, o secretário geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, comentou a pesquisa. "A população tem identificado fraqueza no governador para resolver os problemas da cidade", pontuou o sindicalista.

Para o cientista político da Universidade Federal de Pernambuco, professor Michel Zaidan, Rollemberg está pagando pelas promessas que não tirou do papel. "O governo está envelhecendo precocemente. Ele não resgatou promessa alguma, por isso esse fraco índice de aprovação", destacou. Zaidan disse ainda que Rollemberg utilizou um discurso para se eleger que hoje está custando caro para o pessebista.

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