Rollemberg se prepara para rombo deixado por Agnelo

A um mês do início do mandato, a equipe de transição do governador eleito do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) toma pé da situação financeira no Palácio do Buriti e precisa encontrar solução para o rombo de mais de R$ 3 bilhões que será deixado por Agnelo Queiroz (PT) nas contas públicas, segundo dados preliminares levantados

A um mês do início do mandato, a equipe de transição do governador eleito do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) toma pé da situação financeira no Palácio do Buriti e precisa encontrar solução para o rombo de mais de R$ 3 bilhões que será deixado por Agnelo Queiroz (PT) nas contas públicas, segundo dados preliminares levantados
A um mês do início do mandato, a equipe de transição do governador eleito do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) toma pé da situação financeira no Palácio do Buriti e precisa encontrar solução para o rombo de mais de R$ 3 bilhões que será deixado por Agnelo Queiroz (PT) nas contas públicas, segundo dados preliminares levantados (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - A um mês do início do mandato, a equipe de transição do governador eleito do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) está muito preocupada com o legado deixado por Agnelo Queiroz (PT) nas contas públicas. Como informa o jornalista Leandro Mazzini em Coluna Esplanada, o petista deixará mais de R$ 3 bilhões de rombo, segundo dados preliminares levantados.

Enquanto isso, segundo o presidente do Sindicato dos Funcionários Integrantes da Carreira de Auditoria Tributária do DF (Sinafite-DF), Adalberto Imbrosio, o DF é o terceiro colocado do País no ranking de arrecadação de impostos. Em 2013, foram quase R$ 12 bilhões coletados, valor que, de acordo com a Secretaria de Fazenda, apesar de recorde, estaria apenas seguindo os rumos da inflação.

No entanto, para Imbrosio, o número não se reflete na realidade devido à ineficiência na arrecadação. “Em termos de eficiência arrecadatória, comparado em função do PIB, somos o 26º do Brasil. Estamos à frente apenas do Amapá”, diz referindo-se, especialmente, ao Imposto Sobre Serviços (ISS).

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