Rollemberg: ‘nunca vi amputação de orçamento a CLDF tentou fazer’

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), comentou o racha com a Câmara Legislativa por causa da rejeição da emenda que permitia ao governo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) no ano que vem; "Nunca vi, em toda a minha vida legislativa, a amputação de um orçamento como a CLDF tentou fazer no primeiro turno (de votação do orçamento), retirando R$ 1,2 bilhão que seria destinado à saúde, à educação e para obras", disse

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), comentou o racha com a Câmara Legislativa por causa da rejeição da emenda que permitia ao governo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) no ano que vem; "Nunca vi, em toda a minha vida legislativa, a amputação de um orçamento como a CLDF tentou fazer no primeiro turno (de votação do orçamento), retirando R$ 1,2 bilhão que seria destinado à saúde, à educação e para obras", disse
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), comentou o racha com a Câmara Legislativa por causa da rejeição da emenda que permitia ao governo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) no ano que vem; "Nunca vi, em toda a minha vida legislativa, a amputação de um orçamento como a CLDF tentou fazer no primeiro turno (de votação do orçamento), retirando R$ 1,2 bilhão que seria destinado à saúde, à educação e para obras", disse (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), comentou o racha com a Câmara Legislativa por causa da rejeição da emenda que permitia ao governo usar R$ 1,2 bilhão do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) no ano que vem.

"Nunca vi, em toda a minha vida legislativa, a amputação de um orçamento como a CLDF tentou fazer no primeiro turno (de votação do orçamento), retirando R$ 1,2 bilhão que seria destinado à saúde, à educação e para obras", disse, após o lançamento do projeto para a revitalização da orla do Lago Paranoá.

O chefe do executivo afirmou que, sem poder lançar mão de R$ 1,2 bilhão da previdência do servidor, não poderá contratar "milhares de servidores da saúde e abrir centenas de leitos que estão fechados". "Não poderemos fazer isso se a Câmara Legislativa não retomar a votação da proposta original tão importante para a nossa cidade", complementou.

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Um dia após a Câmara rejeitar a proposta, o Palácio do Buriti criticou a decisão da CLDF. "É um grave equívoco político e administrativo, e prejudicará diretamente a população, que perderá qualidade no atendimento dos serviços públicos", acrescentou.

Em nota, a Casa disse que a gestão Rollemberg agiu de forma "leviana" ao dizer que a decisão do Legislativo prejudicaria a população do DF.

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