Rollemberg: 'não haverá passe de mágica'

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, concedeu uma entrevista em que falou sobre a grave situação fiscal do GDF; "recebi uma bomba de efeito continuado", disse ele, que prometeu reduzir até os gastos com alimentação na residência oficial de Águas Claras; Rollemberg também critica a postura de sindicatos, que já decretam greves em áreas sensíveis, como a saúde;  "Tomamos a decisão difícil de pagar a saúde primeiro. O dinheiro entrou na manhã de sexta-feira e à noite já estava na conta dos servidores. Aí, na mesma sexta, o sindicato decide decretar greve. Foi uma grande decepção"; ele disse ainda esperar maior compreensão dos servidores

Brasília- DF- Brasil- 09/01/2015- Governador do DF, Rodrigo Rollemberg com representantes do Sindicato Dos Empregados em Eestabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília-DF (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 09/01/2015- Governador do DF, Rodrigo Rollemberg com representantes do Sindicato Dos Empregados em Eestabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília-DF (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Attuch)


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Brasília 247 - O novo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, concedeu entrevista aos jornalistas Matheus Teixeira e Almiro Marcos, do Correio Braziliense, em que falou sobre a grave crise fiscal do GDF. Segundo ele, a situação atual não será resolvida com "passe de mágica".

"Compartilho a indignação com o descaso, com a irresponsabilidade, com a incompetência, com o conjunto de atitudes ou com a falta de atitudes que levaram Brasília à pior crise de sua história", disse Rollemberg, que voltou a defender um "pacto pela cidade".

"Nós só vamos sair desse caos se todas as pessoas e instituições compreenderem a gravidade da situação", afirmou, criticando a postura de sindicatos, que já iniciam greves em áreas essenciais, como a saúde. "Tomamos a decisão difícil de pagar a saúde primeiro. O dinheiro entrou na manhã de sexta-feira e à noite já estava na conta dos servidores. Aí, na mesma sexta, o sindicato decide decretar greve. Foi uma grande decepção".

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Rollemberg diz ter herdado uma "bomba de efeito continuado". Segundo ele, a cada dia aparece uma novidade pior. "Há empenhos que foram feitos, e posteriormente cancelados, ainda não identicados".

Entre as medidas mais imediatas, ele promete redução de cargos e salários de servidores comissionados e até redução dos gastos com alimentação na residência oficial de Águas Claras.

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