Rollemberg: lei sobre o Hospital de Base deve ser sancionada sem veto

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou que lei prevendo a criação do Instituto Hospital de Base de Brasília deve ser sancionada sem veto; "A regulamentação vai demorar muito pouco, tão logo recebamos da Câmara o texto final. Já estamos trabalhando no decreto de regulamentação para iniciar o processo de implementação do instituto", disse Rollemberg

Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, se reúne com a secretária adjunta de Saúde, Eliene Berg, e com os diretores regionais de hospitais para discutir a situação da saúde no DF (Elza Fiuza/Agência Brasil)
Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, se reúne com a secretária adjunta de Saúde, Eliene Berg, e com os diretores regionais de hospitais para discutir a situação da saúde no DF (Elza Fiuza/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, afirmou, nesta segunda-feira (26), que lei prevendo a criação do Instituto Hospital de Base de Brasília deve ser sancionada sem veto. A medida foi aprovada pela Câmara Legislativa na última terça-feira (19), com mudanças em relação ao projeto original proposto pelo governo.

"A regulamentação vai demorar muito pouco, tão logo recebamos da Câmara o texto final. Já estamos trabalhando no decreto de regulamentação para iniciar o processo de implementação do instituto", disse Rollemberg. "Me parece que todas as emendas foram apreciadas antes pelo secretário de Saúde e nossa assessoria parlamentar. Claro que isso vai passar pelo crivo da nossa assessoria jurídica, mas é bem provável que a gente sancione o projeto do instituto sem veto", acrescentou.

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Dentre as alterações, estão os 11 membros que vão gerir o conselho em vez de 9. Outra mudança é que Conselho de Saúde do Distrito Federal poderá indicar uma das três vagas para conselheiro fiscal do instituto. No projeto original, apenas o governo poderia fazer as indicações.

Outra mudança autoriza que, em um primeiro momento, servidores de outras unidades que queiram trabalhar no novo modelo do Hospital de Base possam ser transferidos. A iniciativa tem como objetivo garantir que haja mão de obra no hospital. Os atuais 3.502 servidores poderão escolher sair para não trabalhar sob as novas orientações.

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