Rollemberg: impeachment perdeu força

Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), alerta, no entanto, que o tema não está morto: “Entendo que a crise econômica é um ingrediente"; segundo ele, o apoio dos Estados a volta da CPMF é incerto, assim como à reforma do ICM; “algo que nos une é a liberação das operações de crédito por parte da União. Isso pode aumentar a capacidade de investimento”; os governadores se reúnem no dia 1° de fevereiro para tratar da liberação de empréstimos externos, da possibilidade de contar com parte dos depósitos judiciais para pagar precatórios e da cobrança de atendimento do SUS por usuários dos planos de saúde, segundo ele 

Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, se reúne com a secretária adjunta de Saúde, Eliene Berg, e com os diretores regionais de hospitais para discutir a situação da saúde no DF (Elza Fiuza/Agência Brasil)
Brasília - O governador Rodrigo Rollemberg, se reúne com a secretária adjunta de Saúde, Eliene Berg, e com os diretores regionais de hospitais para discutir a situação da saúde no DF (Elza Fiuza/Agência Brasil) (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), "o impeachment perdeu força, mas está morto”. Segundo ele, a crise econômica é um ingrediente.

Em entrevista ao Valor, Rollemberg diz que os governadores estão unidos numa pauta de reivindicações econômicas, mas sabem que ela só tem futuro se for politicamente neutra.

Temas como o impeachment, a volta da CPMF e reforma do ICMS não são consenso e estarão de fora da pauta do próximo encontro de governadores, marcado para o dia 1º de fevereiro, em Brasília.

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“Algo que nos une é a liberação das operações de crédito por parte da União. Isso pode aumentar a capacidade de investimento”, afirmou. Entre os temas principais do encontro estão a liberação de empréstimos externos, a possibilidade de contar com parte dos depósitos judiciais para pagar precatórios e a cobrança de atendimento do SUS por usuários dos planos de saúde (leia mais).

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