Rollemberg critica Agnelo, mas não dispensa apoio

Em declaração a jornalistas hoje pela manhã, o candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB criticou a gestão do atual governador Agnelo Queiroz, que está fora do segundo turno; no entanto, o petista teve cerca de 300 mil votos, capital eleitoral importante nessa reta final; “Ninguém vai recusar apoio", disse Rollemberg

Em declaração a jornalistas hoje pela manhã, o candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB criticou a gestão do atual governador Agnelo Queiroz, que está fora do segundo turno; no entanto, o petista teve cerca de 300 mil votos, capital eleitoral importante nessa reta final; “Ninguém vai recusar apoio", disse Rollemberg
Em declaração a jornalistas hoje pela manhã, o candidato ao governo do Distrito Federal pelo PSB criticou a gestão do atual governador Agnelo Queiroz, que está fora do segundo turno; no entanto, o petista teve cerca de 300 mil votos, capital eleitoral importante nessa reta final; “Ninguém vai recusar apoio", disse Rollemberg (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - Nesta terça-feira pela manhã, o candidato ao governo do Distrito Federal Rollemberg (PSB) não teve agenda pública, mas participou de reuniões internas. Em declaração à imprensa, o senador criticou o atual governador Agnelo Queiroz (PT), mas disse que não recusaria apoio do PT. “Ninguém vai recusar apoio. Não vamos atrás de apoio dos partidos, queremos apoio para o nosso programa de governo", disse.

No mesmo estilo de adotado por Marina Silva (PSB), Rollemberg adota o discurso da relevância programática, mas não fecha nenhuma porta. Com 20% da votação, o governador petista angariou cerca de 300 mil votos, cujos eleitores têm maior probabilidade de se aproximar do PSB que do PR de Jofran Frejat, adversário de Rollemberg no segundo turno.

Na corrida presidencial, Marina Silva tende a apoiar Aécio Neves, assim como seu vice Beto Albuquerque (PSB) e outros integrantes da legenda, apesar da contrariedade de alguns membros mais antigos, como o presidente Roberto Amaral, que é próximo à presidente Dilma Rousseff (PT). Com cautela, Rollemberg disse hoje que vai falar com Marina e com a direção nacional do PSB para ver qual será a orientação do partido no plano nacional, "mas no plano local, a autonomia nossa é total", disse.

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Logo mais, às 20h, Rollemberg se reúne com os candidatos do PSB-DF no diretório nacional do partido, na 304 Norte.

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