Rollemberg adia aumentos e pode enfrentar greves
"A tendência do governo de Brasília é não pagar agora a parcela de 2015 dos aumentos salariais concedidos pelo então governador Agnelo Queiroz em 2013. Os sindicatos deverão ser comunicados formalmente de que não há dinheiro para arcar com os reajustes", informa o jornalista Hélio Doyle; "como a decisão de não pagar está praticamente tomada, a preocupação agora, no Buriti, é como enfrentar as greves e convencer a população e os próprios servidores de que realmente não há dinheiro. E assim reduzir a duração dos movimentos"
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Por Hélio Doyle, em seu blog
A tendência do governo de Brasília é não pagar agora a parcela de 2015 dos aumentos salariais concedidos pelo então governador Agnelo Queiroz em 2013. Os sindicatos deverão ser comunicados formalmente de que não há dinheiro para arcar com os reajustes, pelo menos até meados de 2017. Fala-se em maio.
Decretar greve é a resposta que os sindicatos de servidores deverão dar, e para a qual já estão se preparando há algum tempo. Entre os que deverão paralisar as atividades estão os professores e os servidores da área de saúde.
Como a decisão de não pagar está praticamente tomada, a preocupação agora, no Buriti, é como enfrentar as greves e convencer a população e os próprios servidores de que realmente não há dinheiro. E assim reduzir a duração dos movimentos.
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