Rodoviários suspendem paralisação no DF

Trabalhadores de cooperativas de transporte público do Distrito Federal decidiram suspender a greve geral, que deixou 100 mil passageiros sem transporte durante 24 horas; eles reivindicavam equiparação salarial com categorias de ônibus convencionais, aumento do tíquete-alimentação e da cesta básica e a diminuição em 40 minutos da carga horária

Trabalhadores de cooperativas de transporte público do Distrito Federal decidiram suspender a greve geral, que deixou 100 mil passageiros sem transporte durante 24 horas; eles reivindicavam equiparação salarial com categorias de ônibus convencionais, aumento do tíquete-alimentação e da cesta básica e a diminuição em 40 minutos da carga horária
Trabalhadores de cooperativas de transporte público do Distrito Federal decidiram suspender a greve geral, que deixou 100 mil passageiros sem transporte durante 24 horas; eles reivindicavam equiparação salarial com categorias de ônibus convencionais, aumento do tíquete-alimentação e da cesta básica e a diminuição em 40 minutos da carga horária (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Trabalhadores de cooperativas de transporte público do Distrito Federal decidiram, nesta quinta-feira (16), suspender a greve geral, que deixou 100 mil passageiros sem transporte durante 24 horas. Eles reivindicavam equiparação salarial com categorias de ônibus convencionais, aumento do tíquete-alimentação e da cesta básica e a diminuição em 40 minutos da carga horária.

Segundo o presidente do sindicato da categoria, Diógenes Santos, motoristas de cooperativas ganham R$ 1.171, contra os R$ 2,1 mil recebidos pelos funcionários das empresas tradicionais. Cobradores têm remuneração de R$ 840, enquanto os equivalentes ganham R$ 1,2 mil.

Greve da TCB

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Os rodoviários da TCB estão em greve desde a última segunda-feira e reivindicam reajuste de 20% sobre os salários, 50% sobre o tíquete-alimentação, extensão do plano de saúde aos familiares e reconhecimento dos direitos de herdeiros em caso de morte. A Secretaria de Mobilidade informou, em nota, que "acompanha de perto" a negociação.

A classe patronal disse que entrou na Justiça nesta terça-feira (14) contra a paralisação e pede que a categoria garanta a circulação mínima de 30% dos veículos.

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A TCB tem 103 motoristas, 92 cobradores e 46 funcionários que fazem a manutenção dos carros. Ela atua com 33 veículos em 14 linhas na área central de Brasília e áreas rurais de Planaltina e Paranoá. Ao todo, 18 mil pessoas são beneficiadas.

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