Rodoviários entram no segundo dia de greve no DF

Motoristas e cobradores de ônibus do Distrito Federal entram no segundo dia de greve em protesto por 20% de reajuste salarial e 30% no tíquete refeição e plano de saúde familiar; as empresas oferecem 8,34% de reajuste nos salários com base no INPC; a paralisação afeta 1 milhão de passageiros em todas as regiões do DF; o salário de um motorista de ônibus é R$ 1.928 e o de um cobrador, R$ 1.008

Motoristas e cobradores de ônibus do Distrito Federal entram no segundo dia de greve em protesto por 20% de reajuste salarial e 30% no tíquete refeição e plano de saúde familiar; as empresas oferecem 8,34% de reajuste nos salários com base no INPC; a paralisação afeta 1 milhão de passageiros em todas as regiões do DF; o salário de um motorista de ônibus é R$ 1.928 e o de um cobrador, R$ 1.008
Motoristas e cobradores de ônibus do Distrito Federal entram no segundo dia de greve em protesto por 20% de reajuste salarial e 30% no tíquete refeição e plano de saúde familiar; as empresas oferecem 8,34% de reajuste nos salários com base no INPC; a paralisação afeta 1 milhão de passageiros em todas as regiões do DF; o salário de um motorista de ônibus é R$ 1.928 e o de um cobrador, R$ 1.008 (Foto: Leonardo Lucena)


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247, com Agência Brasília - Motoristas e cobradores de ônibus do Distrito Federal entram no segundo dia de greve em protesto por 20% de reajuste salarial e 30% no tíquete refeição e plano de saúde familiar. As empresas oferecem 8,34% de reajuste nos salários com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A paralisação afeta 1 milhão de passageiros em todas as regiões do DF. O salário de um motorista de ônibus é R$ 1.928 e o de um cobrador, R$ 1.008.

O Tribunal Regional do Trabalho havia determinado que 70% dos ônibus circulassem em horário de pico e 50% no entrepico, mas os rodoviários não cumpriram a ordem no primeiro dia de greve.

Durante este segundo dia de greve geral dos rodoviários, órgãos do governo de Brasília mantêm alternativas para amenizar os impactos da paralisação. O Metrô segue com a carga máxima de 24 trens até as 9h45 e depois os reduz para 15 — normalmente a mudança se dá às 8h45. A Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), as vias do Setor Policial Sul e as W3 Sul e Norte continuam com as faixas exclusivas liberadas para todos os carros até o meio-dia.

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Como não houve necessidade ontem, o Metrô não pretende trabalhar com o excedente de carros por toda a manhã, mas já estuda a ampliação para o período da tarde, no retorno dos brasilienses para casa.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e o Departamento de Trânsito (Detran), responsáveis pelas faixas exclusivas do Distrito Federal, também analisam a possibilidade de manter os corredores autorizados para todos os carros por mais tempo.

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A Câmara Legislativa do Distrito Federal instaurou, no começo deste mês, uma CPI para apurar suposto favorecimento de licitação no setor de transporte público, em 2012. Se condenados, os envolvidos podem perder direitos políticos e terão que pagar multa de mais de R$ 1,4 milhão.

 

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