Réus, cassados e até condenado viram “juízes” de Dilma

Chamados de "verdadeiros juízes" pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no início do julgamento no Senado, adversários e apoiadores da presidente Dilma colecionam problemas no próprio Supremo; um em cada três senadores é alvo de investigação na mais alta corte do país; reportagem de Luma Poletti, do Congresso em Foco

Chamados de "verdadeiros juízes" pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no início do julgamento no Senado, adversários e apoiadores da presidente Dilma colecionam problemas no próprio Supremo; um em cada três senadores é alvo de investigação na mais alta corte do país; reportagem de Luma Poletti, do Congresso em Foco
Chamados de "verdadeiros juízes" pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, no início do julgamento no Senado, adversários e apoiadores da presidente Dilma colecionam problemas no próprio Supremo; um em cada três senadores é alvo de investigação na mais alta corte do país; reportagem de Luma Poletti, do Congresso em Foco (Foto: Gisele Federicce)


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Por Luma Poletti, do Congresso em Foco

Na abertura do julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, nessa quinta-feira (25), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que conduz a sessão, fez uma advertência aos senadores: "Os parlamentares congregados nesta Casa de leis transmudam-se, a partir de agora, em verdadeiros juízes". O novo figurino parece desconfortável a um terço do Senado.

Um em cada três senadores que vão julgar a petista responde a investigações ou ações criminais no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as acusações, corrupção, crime eleitoral, lavagem de dinheiro, desvio de verba pública e crime de responsabilidade – denúncia pela qual Dilma também responde.

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Dos 81 integrantes do Senado, 26 são alvos de inquérito ou ação penal no Supremo, a corte presidida por Lewandowski. Ao menos 13 senadores são suspeitos de participar do petrolão, o maior esquema de corrupção descoberto no país. Dos 24 que tinham pendência criminal na sessão que suspendeu o mandato de Dilma, em 12 de março, 18 votaram a favor do afastamento, e seis foram contrários.

Leia aqui a íntegra.

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