Réu por apologia ao estupro, Bolsonaro manobra para adiar julgamento
Réu por apologia ao estupro, o pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ) vem fazendo manobras com a intenção clara de adiar seu julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) para depois das eleições de outubro; com a instrução dos processos em fase final, ele indicou como testemunhas dois aliados que utilizaram suas prerrogativas parlamentares para informar que só podem depor em agosto
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247 – Réu por apologia ao estupro, o pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ) vem fazendo manobras com a intenção clara de adiar seu julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) para depois das eleições de outubro. Com a instrução dos processos em fase final, ele indicou como testemunhas dois aliados que utilizaram suas prerrogativas parlamentares para informar que só podem depor em agosto.
“(...) Como após essas oitivas ainda terá de ser marcado o interrogatório de Bolsonaro e haverá prazo para as alegações finais, dificilmente o caso irá à pauta antes do pleito. Há um recurso nas mãos do relator, ministro Luiz Fux, para que as testemunhas sejam dispensadas, o que aceleraria o processo. O magistrado pode decidir sozinho ou levar a questão à Primeira Turma da Corte.
Bolsonaro responde pelos crimes de injúria, em uma ação movida por Maria do Rosário, e de incitação ao crime de estupro, em processo movido pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O segundo processo já estava na fase final e o deputado chegou a propor um acordo em março no qual aceitaria cumprir alguma pena alternativa, mas desistiu após Fux atender a outro pedido da defesa juntando as duas ações.
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