Reservatório de Santa Maria supera a meta de dezembro
A poucos dias para acabar o mês, o reservatório de Santa Maria supera a média esperada para dezembro; o nível de água na represa marcou 28,5% nesta terça-feira (26); o esperado era 26%; mas o governo reforçou que os cuidados para economia de recursos hídricos vão continuar; de acordo com a Adasa, a captação no Santa Maria tem sido fortalecida com a chuva mais intensa neste ano e com o volume mais abundante de água do Ribeirão do Torto. Tudo isso somado ao programa de economia de consumo que o governo adotou
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Brasília 247 - A poucos dias para acabar o mês, o reservatório de Santa Maria supera a média esperada para dezembro. O nível de água na represa marcou 28,5% nesta terça-feira (26). O esperado era 26%. Mas o governo reforçou que os cuidados para economia de recursos hídricos vão continuar. De acordo com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), a captação no Santa Maria tem sido fortalecida com a chuva mais intensa neste ano e com o volume mais abundante de água do Ribeirão do Torto. Tudo isso somado ao programa de economia de consumo que o governo adotou.
O diretor-presidente da agência, Paulo Salles, explica a importância desse tributário. "Numa época como esta, em que tem chovido bastante, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) retira maior volume do ribeirão, o que mantêm o nível do reservatório mais estável."
As metas mensais da curva de acompanhamento para os primeiros meses de 2018 no reservatório de Santa Maria foram divulgadas. A Resolução nº 28 foi publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial do Distrito Federal.
O manancial do Santa Maria é responsável pelo abastecimento da maior parte do Plano Piloto, do Lago Sul e do Paranoá.
Os níveis mínimos de volume estipulados valem para o período de dezembro de 2017 a maio de 2018. De acordo com a projeção, as metas para os primeiros meses do ano são:
são: janeiro, com 28%, fevereiro (36%), março (41%), abril (46%), e maio (47%).
As porcentagens são definidas por critérios como precipitação e vazão dos afluentes, aferidas semanalmente pela Adasa.
Para Salles, as curvas de acompanhamento são cheias de incertezas, pois não há como prever um período de chuvas a longo prazo. No entanto, a autarquia trabalha com três cenários possíveis: com o ciclo de chuvas nos próximos meses semelhante ao dos primeiros cinco meses de 2017, com 20% a menos de chuvas no referido período e com 20% a mais de chuvas.
Previsão para 2018 é de chuvas na média
Pelas projeções do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os primeiros meses de 2018 terão chuvas dentro da média.
De acordo com o instituto, é esperada para janeiro uma precipitação de 247,4 milímetros. Já em fevereiro, a quantidade de chuva deve atingir a média de 217,5 milímetros. Em março, o esperado é de 180,6 milímetros.
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