Renan acredita em aprovação do projeto do pré-sal nesta quarta

"Mesmo diante da divisão de opiniões, acredito na aprovação hoje. Mesmo alguns senadores que votaram [ontem] pela derrubada do pedido de urgência já nos procuram e disseram que, no mérito, votarão a favor", comentou o presidente do Senado; proposta será apreciada nesta quarta-feira 24; já prevendo longos debates, Renan Calheiros (PMDB-AL) antecipou a ordem do dia para as 14h

renan calheiros
renan calheiros (Foto: Gisele Federicce)


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Agência Senado - Apesar da polêmica em torno da proposta, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse acreditar na aprovação nesta quarta-feira (24) do PLS 131/2015, que revoga a participação obrigatória da Petrobras na exploração do petróleo da camada do pré-sal. Já prevendo longos debates, o senador antecipou a ordem do dia desta quarta-feira (24) para as 14h.

Na opinião de Renan, a Petrobras está inviabilizada, e a proposição vai proteger o interesse estratégico da companhia, que poderá escolher seus investimentos.

— Mesmo diante da divisão de opiniões, acredito na aprovação hoje. Mesmo alguns senadores que votaram [ontem] pela derrubada do pedido de urgência já nos procuram e disseram que, no mérito, votarão a favor — afirmou.

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Rebaixamento

O presidente comentou a decisão da agência de classificação de risco Moody's de rebaixar a nota do Brasil e tirar o selo de bom pagador do país. Para ele, foi um "horror", principalmente em se tratando de uma nação que vinha registrando crescimento econômico nas últimas décadas.

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— O governo precisa ter claras inciativas; se não, não vamos romper esse cenário de inércia. E é um horror, porque o Brasil durante mais de 50 anos foi o país que mais cresceu economicamente no mundo — lamentou.

O parlamentar ainda chamou atenção do Executivo, que, na opinião dele, precisa tomar medidas para mudar o quadro atual.

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— O governo tem que ter propostas de reformas e precisa mandá-las rapidamente para o Congresso, que, por sua vez, deve dar uma resposta em relação à CPMF e a outras matérias. No presidencialismo, é possível discutir, aprimorar ou modificar uma proposta, mas o Parlamento não pode negar todas as coisas que são pedidas pelo governo. Quando isso acontece, acabamos colaborando para uma crise política — opinou.

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