"Quem passou fome não acaba com Bolsa-Família"

Quem teve que passar fome em algum momento da vida não acabará com o Bolsa Família, principal programa social do governo federal, disse neste domingo a candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, lembrando as dificuldades que passou na infância e na adolescência no Acre; "Eles sabem que estão mentindo, porque alguém que passou o que eu passei, com a fome que eu tive que passar... não acaba com o Bolsa Família", disse Marina durante comício em Ceilândia no Distrito Federal; de quebra, candidata desautorizou economista Alexandre Rands, que disse que meta de inflação deveria ser maior; "A meta será de 4,5%", rebateu Marina; nova dissidência

Quem teve que passar fome em algum momento da vida não acabará com o Bolsa Família, principal programa social do governo federal, disse neste domingo a candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, lembrando as dificuldades que passou na infância e na adolescência no Acre; "Eles sabem que estão mentindo, porque alguém que passou o que eu passei, com a fome que eu tive que passar... não acaba com o Bolsa Família", disse Marina durante comício em Ceilândia no Distrito Federal; de quebra, candidata desautorizou economista Alexandre Rands, que disse que meta de inflação deveria ser maior; "A meta será de 4,5%", rebateu Marina; nova dissidência
Quem teve que passar fome em algum momento da vida não acabará com o Bolsa Família, principal programa social do governo federal, disse neste domingo a candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, lembrando as dificuldades que passou na infância e na adolescência no Acre; "Eles sabem que estão mentindo, porque alguém que passou o que eu passei, com a fome que eu tive que passar... não acaba com o Bolsa Família", disse Marina durante comício em Ceilândia no Distrito Federal; de quebra, candidata desautorizou economista Alexandre Rands, que disse que meta de inflação deveria ser maior; "A meta será de 4,5%", rebateu Marina; nova dissidência (Foto: Leonardo Attuch)


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Reuters - Quem teve que passar fome em algum momento da vida não acabará com o Bolsa Família, principal programa social do governo federal, disse neste domingo a candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva, lembrando as dificuldades que passou na infância e na adolescência no Acre.

Marina voltou a acusar os adversários na corrida presidencial de mentir contra ela e negou que acabará com o Bolsa Família. Ela também negou que reduzirá investimentos na exploração do petróleo na camada pré-sal, acusação que a campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) tem tentado colar na candidata do PSB.

"Eles sabem que estão mentindo, porque alguém que passou o que eu passei, com a fome que eu tive que passar... não acaba com o Bolsa Família", disse Marina durante comício em Ceilândia no Distrito Federal.

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Ela lembrou um episódio em que havia em sua casa somente um ovo "com bastante farinha" para que ela e os irmãos comessem, e que seus pais não comeram para que eles pudessem se alimentar.

Nascida em um seringal no Acre, Marina se alfabetizou somente com 16 anos e teve vários problemas de saúde, como malárias, hepatites e contaminação por mercúrio. Lembrando esses acontecimentos, ela voltou a negar que vá acabar com o Mais Médicos e disse que manterá os investimentos no pré-sal para que os recursos resultantes da produção sejam usados na educação.

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A candidata do PSB disse ainda que a vencedora das eleições neste ano não estará baseada em uma "carta aos brasileiros", numa referência ao documento assinado pelo então candidato Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, comprometendo-se com a manutenção da política econômica.

Segundo ela, a vencedora dessas eleições se baseará em uma "carta dos brasileiros".

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"Essa carta dos brasileiros está no nosso programa (de governo)", afirmou, ressaltando que o programa foi elaborado em conjunto com a sociedade.

Marina voltou a dizer que, diante do que chamou de mentiras e agressões dos adversários, vai "oferecer a outra face".

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"Para a face do ódio, ofereça o amor. Para a face da mentira, ofereça a verdade", disse ela, que fez uma convocação para que seus eleitores doem "30, 40 minutos, uma, duas horas" do seu dia para defendê-la nas redes sociais.

Marina disse também que não atacará os rivais, principalmente Dilma, que é a primeira mulher a ser presidente do Brasil.

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"Nós temos um programa, e infelizmente nem ela (Dilma) nem o Aécio (candidato do PSDB) têm", disse.

"Presidente Dilma, a senhora não vai receber de mim o que está fazendo comigo. Eu não vou agredir uma mulher", garantiu Marina, que afirmou ainda que se tornará a "primeira mulher negra presidente do Brasil". (Por Eduardo Simões)

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MARINA DESAUTORIZA RANDS

A candidata do PSB à presidência, Marina Silva, desautorizou neste domingo, 14, em ato em Ceilândia (DF), informação do coordenador do seu programa econômico, Alexandre Rands, sobre a meta de inflação em 2015. Marina defendeu a manutenção da meta de inflação em 4,5%. Segundo ela, a avaliação do economista Alexandre Rands, de que a meta precisa ser revista para cima no próximo ano para acomodar o reajuste de preços, é uma opinião "isolada".

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"Nós estamos comprometidos com o tripé da política macroeconômica e com os fundamentos do Plano Real. As pessoas são livres e têm suas opiniões, mas a opinião livre de uma pessoa não representa o nosso programa."

Alexandre Rands, um dos mais próximos colaboradores de Marina na área econômica, defendeu o aumento da meta de inflação. Marina descartou a proposta do aliado e disse que tem compromisso de não permitir que a "inflação volte". "Para que o País volte a investir nas coisas certas, como educação, meio ambiente e segurança pública", disse a candidata.

Questionada pelo Broadcast Político como pretendia acomodar o choque inflacionário com um eventual reajuste nos combustíveis, por exemplo, Marina disse que isso "não vai ser feito de uma vez ou no chutômetro". "Por isso que temos compromisso do Banco Central independente, para que ele não seja colocado a serviço dos interesses políticos imediatistas que comprometem o futuro político do nosso País."

Ela disse ainda que o governo da presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade pela "contabilidade criativa" e pela manutenção dos preços administrados. "A presidente Dilma disse que está resolvendo isso e até já se comprometeu a demitir seu atual ministro da Fazenda. Só que agora é tarde, porque ambos serão demitidos pelo povo brasileiro", concluiu.

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