Queda de Serra mostra que há algo no ar, além dos aviões de carreira
"Serra, que era a jóia tucana no Governo Temer, em oito meses, perdeu o brilho e virou um ministro de segunda categoria", lembra Fernando Brito, editor do Tijolaço; "Que seja apenas um desculpa para seu enfraquecimento, descartado que está de qualquer possibilidade de ser candidato a Presidente da República, cargo do qual ainda se considera herdeiro, injustiçado pelo destino"
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Atualizado em 28 de June de 2018, 09:38
Brasília - Entrevista do ministro de estado das Relações Exteriores, José Serra (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Attuch)
Algo há no ar, além dos aviões de carreira, como dizia Apparício Torelly, o “Barão de Itararé”, patrono dos blogueiros.
Quando tudo parecia já estar em recesso carnavalesco, surge uma carta-bomba de José Serra, pedindo exoneração do Ministério das Relações Exteriores, em tese por problemas de saúde.
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Ao que se saiba, Serra não baixou enfermaria nos últimos tempo e – salvo algum diagnóstico indesejado, até por seus adversários – não dava sinais de qualquer moléstia.
O fato objetivo é que a escalada de Alexandre de Moraes, tucano de outras ninhadas, ao Supremo tribunal Federal não deve ter descido sem algum trauma.
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Aliás, Serra, que era a jóia tucana no Governo Temer, em oito meses, perdeu o brilho e virou um ministro de segunda categoria.
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Melhor, até em respeito ao ser humano, que não seja a saúde o motivo do “pede pra sair” de Serra, até por que ele fala em “restabelecimento adequado” em quatro meses.
Que seja apenas um desculpa para seu enfraquecimento, descartado que está de qualquer possibilidade de ser candidato a Presidente da República, cargo do qual ainda se considera herdeiro, injustiçado pelo destino.
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