Publicitário é preso no DF em nova fase da Lava Jato

Um diretor de uma agência publicitária de Curitiba foi preso em Brasília em consequência das investigações da 11ª fase da Operação Lava Jato, da PF; Ricardo Hoffmann é um dos sete presos na atual etapa da operação; ele foi levado para Curitiba, onde a PF concentra as ações da Lava Jato; outras seis pessoas foram presas, em outros estados do País; entre elas, os ex-deputados André Vargas (sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA)  

Um diretor de uma agência publicitária de Curitiba foi preso em Brasília em consequência das investigações da 11ª fase da Operação Lava Jato, da PF; Ricardo Hoffmann é um dos sete presos na atual etapa da operação; ele foi levado para Curitiba, onde a PF concentra as ações da Lava Jato; outras seis pessoas foram presas, em outros estados do País; entre elas, os ex-deputados André Vargas (sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA)
 
Um diretor de uma agência publicitária de Curitiba foi preso em Brasília em consequência das investigações da 11ª fase da Operação Lava Jato, da PF; Ricardo Hoffmann é um dos sete presos na atual etapa da operação; ele foi levado para Curitiba, onde a PF concentra as ações da Lava Jato; outras seis pessoas foram presas, em outros estados do País; entre elas, os ex-deputados André Vargas (sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA)   (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Um diretor de uma agência publicitária de Curitiba foi preso na manhã desta sexta-feira (10) em Brasília em consequência das investigações da 11ª fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Ricardo Hoffmann é um dos sete presos na atual etapa da operação. Ele foi levado para Curitiba, onde a PF concentra as ações da Lava Jato.

Outras seis pessoas foram presas, em outros estados do País. Entre elas, os ex-deputados André Vargas (sem partido-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA). De acordo com a PF, esta nova fase da operação apura indícios de irregularidades em contratos publicitários da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Ministério da Saúde.

O delegado Igor Romário de Paula informou que a agência de Hoffmann era contratada para execução de contratos de publicidade. A empresa fazia subcontratações de fornecedoras de materiais publicitários. No entanto, diz ele, essas empresas que não existiam fisicamente e tinham como sócios André e Leon Vargas, irmão do ex-deputado.

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"Recebem um percentual equivalente a 10% do contrato firmado com a empresa principal, então, nos leva a crer que, provavelmente, seja um percentual a ser desviado para agentes públicos", afirmou o delegado, durante entrevista em Curitiba.

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