PT: CPI da Funai comprova uso político contra movimentos sociais

"Desde o começo, sabíamos que se tratava de uma CPI meramente política, criada unicamente para tentar convencer a opinião pública sobre um suposto mal funcionamento dos órgãos vinculados às políticas de reforma agrária e de garantia dos direitos das populações tradicionais. Só não imaginávamos que eles iriam reproduzir na Câmara, de forma institucional, a violência que eles utilizam no campo", criticou o deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador da bancada petista na CPI

"Desde o começo, sabíamos que se tratava de uma CPI meramente política, criada unicamente para tentar convencer a opinião pública sobre um suposto mal funcionamento dos órgãos vinculados às políticas de reforma agrária e de garantia dos direitos das populações tradicionais. Só não imaginávamos que eles iriam reproduzir na Câmara, de forma institucional, a violência que eles utilizam no campo", criticou o deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador da bancada petista na CPI
"Desde o começo, sabíamos que se tratava de uma CPI meramente política, criada unicamente para tentar convencer a opinião pública sobre um suposto mal funcionamento dos órgãos vinculados às políticas de reforma agrária e de garantia dos direitos das populações tradicionais. Só não imaginávamos que eles iriam reproduzir na Câmara, de forma institucional, a violência que eles utilizam no campo", criticou o deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador da bancada petista na CPI (Foto: Gisele Federicce)


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247 – A bancada do PT na Câmara fez duras críticas à CPI da Funai, que "sob pretexto" de investigar irregularidades na Fundação Nacional do Índio (Funai) e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), serviu, na verdade, para "atacar os movimentos sociais do campo".

Os parlamentares denunciaram que, assim como ocorre no campo, nem o Judiciário foi respeito no colegiado. Reconhecendo as ilegalidades no ato de criação da CPI – falta de objeto de investigação definido, entre outros – assinado por Eduardo Cunha, o Supremo Tribunal Federal deferiu oito liminares que pediam a suspensão dos trabalhos da comissão. As decisões do Supremo foram todas ignoradas.

"Desde o começo, sabíamos que se tratava de uma CPI meramente política, criada unicamente para tentar convencer a opinião pública sobre um suposto mal funcionamento dos órgãos vinculados às políticas de reforma agrária e de garantia dos direitos das populações tradicionais. Só não imaginávamos que eles iriam reproduzir na Câmara, de forma institucional, a violência que eles utilizam no campo", disse o deputado Nilto Tatto (PT-SP), coordenador da bancada petista na CPI.

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"O fato de que eles não tiveram competência para produzir um relatório final, ou mesmo apresentar qualquer proposta legislativa para superar os problemas existentes no Incra e na Funai, comprova que a única coisa que eles queriam era criminalizar a luta pela reforma agrária e pelos direitos indígenas e das demais comunidades tradicionais", acrescenta Tatto.

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