Professores protestam no 1º dia de aula no DF

Professores da rede pública do Distrito Federal decidiram iniciar o ano letivo com uma paralisação em protesto contra atrasos no abono de férias e de parte do 13º salário, redução do número de coordenadores e alteração no calendário escolar; o governador Rodrigo Rollemberg havia dito que repassou a primeira parcela dos benefícios atrasados pela gestão anterior; o gestor afirmou que espera a normalização da situação se normalize nos próximos dias

Professores da rede pública do Distrito Federal decidiram iniciar o ano letivo com uma paralisação em protesto contra atrasos no abono de férias e de parte do 13º salário, redução do número de coordenadores e alteração no calendário escolar; o governador Rodrigo Rollemberg havia dito que repassou a primeira parcela dos benefícios atrasados pela gestão anterior; o gestor afirmou que espera a normalização da situação se normalize nos próximos dias
Professores da rede pública do Distrito Federal decidiram iniciar o ano letivo com uma paralisação em protesto contra atrasos no abono de férias e de parte do 13º salário, redução do número de coordenadores e alteração no calendário escolar; o governador Rodrigo Rollemberg havia dito que repassou a primeira parcela dos benefícios atrasados pela gestão anterior; o gestor afirmou que espera a normalização da situação se normalize nos próximos dias (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Professores da rede pública do Distrito Federal decidiram iniciar o ano letivo nesta segunda-feira (23) com uma paralisação em protesto contra atrasos no abono de férias e de parte do 13º salário, redução do número de coordenadores e alteração no calendário escolar. O governador Rodrigo Rollemberg disse, em coletiva neste sábado (21), que repassou a primeira parcela dos benefícios atrasados pela gestão anterior. O gestor afirmou que espera a normalização da situação se normalize nos próximos dias.

As aulas dos 470 mil estudantes começaram com atraso de duas semanas. De acordo com o secretário de Educação, Júlio Gregório, a mudança no cronograma escolar foi consequência da reforma de parte das 657 unidades de ensino. Até este fim de semana, segundo ele, 259 haviam passado por intervenções. Outras 77 devem ter reparos mais simples ao longo do ano.

Os professores ficaram insatisfeitos com a alteração e alegam que o calendário foi imposto arbitrariamente, trazendo prejuízos a estudantes e funcionários da área. Após a mudança de cronograma, as aulas terminam em 29 de dezembro e o recesso de meio de ano, que coincide com o período de seca, fica encurtado.

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"Há uma insatisfação com tudo isso. Não são só as pendências financeiras", disse ao G1 a diretora do Sindicato dos Professores Rosilene Correa. "Algumas outras medidas do governo, como a redução do número de coordenadores pedagógicos e o fato de nem todas as escolas passarem por reforma, apesar do adiamento, também trouxeram esse sentimento", acrescentou.

O sindicato divulgou nota criticando as ações do governo, mas tanto o governador quanto o secretário trabalhavam com a ideia de que as escolas funcionarão normalmente nesta segunda. Gregório afirmou ainda que a assembleia deveria ter feito na quinta ou sexta, com o objetivo de não prejudicar os estudantes.

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"Quero dizer aos pais, aos estudantes, adolescentes, adultos, que devem se dirigir às escolas na segunda-feira porque tenho certeza que muitas escolas estarão funcionando, muitos professores [estarão] trabalhando e recebendo os alunos para iniciar o ano letivo", afirmou em coletiva no sábado.

O DF tem 27 mil professores na rede pública de ensino, incluindo os 3,5 mil contratados temporariamente para cobrir as carências no início deste ano. A estimativa do governo local é que outros 3 mil precisem ser chamados ao longo de 2015 para suprir déficits com futuras licenças.

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