Professores da rede pública entram em greve

Segundo o sindicato da categoria (Sinpro-DF), cerca de 80% dos mestres do ensino básico aderiram à paralisação; os professores decidiram pela greve, no dia 8 deste mês, devido ao não pagamento pelo governo da última das seis parcelas do reajuste aprovado em 2013

Segundo o sindicato da categoria (Sinpro-DF), cerca de 80% dos mestres do ensino básico aderiram à paralisação; os professores decidiram pela greve, no dia 8 deste mês, devido ao não pagamento pelo governo da última das seis parcelas do reajuste aprovado em 2013
Segundo o sindicato da categoria (Sinpro-DF), cerca de 80% dos mestres do ensino básico aderiram à paralisação; os professores decidiram pela greve, no dia 8 deste mês, devido ao não pagamento pelo governo da última das seis parcelas do reajuste aprovado em 2013 (Foto: Gisele Federicce)


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Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Professores da rede pública do Distrito Federal entraram em greve hoje (15), no Dia do Professor. Segundo o sindicato da categoria (Sinpro-DF) cerca de 80% dos mestres do ensino básico aderiram à paralisação.

Os professores decidiram pela greve, no dia 8 deste mês, devido ao não pagamento pelo governo da última das seis parcelas do reajuste aprovado em 2013. De acordo com o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro-DF, Cláudio Antunes, a parcela que não foi quitada corresponde a um incremento de 3,7% no salário da categoria, que varia de R$ 120 a R$ 300.

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O acordo de 2013 foi feito após uma greve de 52 dias em 2012. "Foi um compromisso feito com a cidade. Esperamos todo esse tempo para agora levarmos um calote do governo", disse Antunes.

Nesta quinta-feira os professores fizeram um ato público na Praça do Relógio, em Taguatinga. Amanhã (16), uma manifestação está programada para a Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral de Brasília, na região central da capital federal.

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A Secretaria de Educação do DF informou, por meio da assessoria de imprensa, que o pagamento não foi feito por falta de recurso. Disse ainda que o governo sempre esteve aberto ao diálogo com o sindicato.

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