Procuradoria do DF diz que abriu investigação contra Lula 'na dúvida'

A Procuradoria da República no Distrito Federal saiu em defesa nesta segunda (20) da atuação dos procuradores que trabalharam na abertura de investigação criminal contra o ex-presidente Lula por suposto tráfico de influência em favor da Odebrecht; em nota, a Procuradoria sustenta que os elementos colhidos até o "momento não autorizavam nem o arquivamento nem o oferecimento de denúncia" e que "a única alternativa era a instauração" de um procedimento de investigação criminal para apurar as suspeitas contra o petista; "Nesta fase, a dúvida obriga a continuidade da apuração", afirma; a defesa de Lula apresentou reclamação ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pedindo a apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado

A Procuradoria da República no Distrito Federal saiu em defesa nesta segunda (20) da atuação dos procuradores que trabalharam na abertura de investigação criminal contra o ex-presidente Lula por suposto tráfico de influência em favor da Odebrecht; em nota, a Procuradoria sustenta que os elementos colhidos até o "momento não autorizavam nem o arquivamento nem o oferecimento de denúncia" e que "a única alternativa era a instauração" de um procedimento de investigação criminal para apurar as suspeitas contra o petista; "Nesta fase, a dúvida obriga a continuidade da apuração", afirma; a defesa de Lula apresentou reclamação ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pedindo a apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado
A Procuradoria da República no Distrito Federal saiu em defesa nesta segunda (20) da atuação dos procuradores que trabalharam na abertura de investigação criminal contra o ex-presidente Lula por suposto tráfico de influência em favor da Odebrecht; em nota, a Procuradoria sustenta que os elementos colhidos até o "momento não autorizavam nem o arquivamento nem o oferecimento de denúncia" e que "a única alternativa era a instauração" de um procedimento de investigação criminal para apurar as suspeitas contra o petista; "Nesta fase, a dúvida obriga a continuidade da apuração", afirma; a defesa de Lula apresentou reclamação ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pedindo a apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado (Foto: Valter Lima)


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247 - A Procuradoria da República no Distrito Federal saiu em defesa nesta segunda-feira (20) da atuação dos procuradores que trabalharam na abertura de investigação criminal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposto tráfico de influência em favor da construtora Odebrecht.

Em nota, a Procuradoria sustenta que os elementos colhidos até o "momento não autorizavam nem o arquivamento nem o oferecimento de denúncia" e que "a única alternativa era a instauração" de um procedimento de investigação criminal para apurar as suspeitas contra o petista. "Nesta fase, a dúvida obriga a continuidade da apuração", afirma o texto.

Um dia após a decisão da procuradoria, a defesa do ex-presidente Lula apresentou reclamação ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pedindo a apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado.

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A representação de Lula pede a suspensão do inquérito, abertura de sindicância e processo administrativo disciplinar para o procurador. A acusação é de que ele teria interferido em apuração conduzida por outra procuradora, Mirella Aguiar, que está de férias e atropelado prazos.

A Procuradoria afirma que todos os atos foram legais e argumentou que Furtado estava atuando em substituição a Mirella, e que, com isso, ele passa a ter todos os deveres do titular, entre eles, a conversão de noticia de fato, que é uma apuração preliminar, em investigação, como ocorreu no caso de Lula.

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De acordo com a nota, o prazo para a conversão da investigação preliminar em procedimento criminal vencia nesta segunda e foi tomada no dia 8 de julho porque Furtado atendeu uma solicitação da construtora Odebrecht. O procurador ampliou até quarta-feira o limite para o envio de resposta a questionamentos feitos à empresa pelo Ministério Público, além de pedir nova diligência.

 

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