Procuradores vão à Papuda para ver Pizzolato

O MPF voltou ao Complexo da Papuda para verificar as condições em que cumpre pena o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos de prisão no 'mensalão'; foi a quarta vez que procuradores inspecionaram o local seguindo o compromisso assumido com a Itália de acompanhar o cumprimento da pena de Pizzolato; segundo a Procuradoria, em todas as inspeções na Papuda "verificou-se que as condições da unidade atendem aos padrões exigidos pela legislação"; depois de condenado por lavagem de dinheiro, peculato e corrupção passiva, Pizzolato fugiu para a Itália; foi o primeiro italiano entregue ao Brasil para cumprir pena aqui

Brasilia DF, Agosto 18:
Depoimento do ex presidente do  Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, a CPI dos Correios. (Foto: Caio Guatelli/Folha Imagem)
Brasilia DF, Agosto 18: Depoimento do ex presidente do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, a CPI dos Correios. (Foto: Caio Guatelli/Folha Imagem) (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O Ministério Público Federal (MPF) voltou ao Complexo Penitenciário da Papuda (DF) para verificar as condições em que cumpre pena o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do 'mensalão'. Foi a quarta vez que procuradores da República inspecionaram o local seguindo o compromisso assumido com a Itália de acompanhar o cumprimento da pena de Pizzolato. De acordo com a Procuradoria, em todas as inspeções na Papuda "verificou-se que as condições da unidade atendem aos padrões exigidos pela legislação". A inspeção ocorreu na terça-feira (30).

Depois de condenado na Ação Penal 470 por lavagem de dinheiro, peculato e corrupção passiva, Pizzolato fugiu para a Itália. Em 23 de outubro de 2015, ele foi extraditado para o Brasil. Ele tem dupla cidadania e foi o primeiro italiano entregue ao Brasil para cumprir pena aqui.

Além de representantes da Secretaria de Cooperação Internacional do MPF, a Embaixada da Itália participou da visita e teve o apoio da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) e da Diretoria do CDP da Papuda.

Os procuradores vão elaborar um relatório a ser encaminhado aos órgãos envolvidos na execução penal e às autoridades italianas.

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