Prescreve denúncia contra Roriz na Operação Aquarela

Prescreveu nesta semana a denúncia contra o ex-governador Joaquim Roriz (PRTB) do banco dos réus na Operação Aquarela, que revelou um esquema de corrupção no Banco de Brasília (BRB); recebida em 2011, a denúncia contra ele foi por formação de quadrilha e peculato; considerado uns dos maiores escândalos de corrupção no Distrito Federal, a Operação Aquarela, da Polícia Civil do DF, investiga desvios de dinheiro público em contratos sem licitação entre o BRB, a Asbace e a ATP Tecnologia e Produtos S; estima-se que o esquema tenha desviado mais de R$ 400 milhões dos cofres do BRB, entre 2004 e 2007

Prescreveu nesta semana a denúncia contra o ex-governador Joaquim Roriz (PRTB) do banco dos réus na Operação Aquarela, que revelou um esquema de corrupção no Banco de Brasília (BRB); recebida em 2011, a denúncia contra ele foi por formação de quadrilha e peculato; considerado uns dos maiores escândalos de corrupção no Distrito Federal, a Operação Aquarela, da Polícia Civil do DF, investiga desvios de dinheiro público em contratos sem licitação entre o BRB, a Asbace e a ATP Tecnologia e Produtos S; estima-se que o esquema tenha desviado mais de R$ 400 milhões dos cofres do BRB, entre 2004 e 2007
Prescreveu nesta semana a denúncia contra o ex-governador Joaquim Roriz (PRTB) do banco dos réus na Operação Aquarela, que revelou um esquema de corrupção no Banco de Brasília (BRB); recebida em 2011, a denúncia contra ele foi por formação de quadrilha e peculato; considerado uns dos maiores escândalos de corrupção no Distrito Federal, a Operação Aquarela, da Polícia Civil do DF, investiga desvios de dinheiro público em contratos sem licitação entre o BRB, a Asbace e a ATP Tecnologia e Produtos S; estima-se que o esquema tenha desviado mais de R$ 400 milhões dos cofres do BRB, entre 2004 e 2007 (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Prescreveu nesta semana a denúncia contra o ex-governador Joaquim Roriz (PRTB) do banco dos réus na Operação Aquarela, que revelou um esquema de corrupção no Banco de Brasília (BRB). As investigações começaram em junho de 2007 com a apreensão dinheiro, computadores e documentos pela Polícia Civil dentro do banco. Recebida em 2011, a denúncia contra ele foi por formação de quadrilha e peculato. A medida beneficia outros dois acusados: o ex-diretor do Banco de Brasília (BRB) Tarcísio Franklin de Moura e o doleiro Georges Fouad Kammoun. Considerado uns dos maiores escândalos de corrupção no Distrito Federal, a Operação Aquarela, da Polícia Civil do DF, investiga desvios de dinheiro público em contratos sem licitação entre o BRB, a Asbace e a ATP Tecnologia e Produtos S.A. Estima-se que o esquema tenha desviado mais de R$ 400 milhões dos cofres do BRB, entre 2004 e 2007.

Roriz havia sido flagrado em escutas telefônicas com Franklin de Moura, que estava preso sob suspeita de comandar um esquema de desvio de dinheiro de cartões de crédito. As investigações levaram o ex-governador a renunciar ao mandato no Congresso Nacional para evitar o processo de cassação na Casa. Ele foi apontado como beneficiário de um cheque de R$ 2,2 milhões descontados no BRB.

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Além da demora para a conclusão do caso, Roriz e os demais têm direito à atenuação de pena por terem mais de 70 anos – o ex-governador tem 80. A ação continua correndo ainda contra outros 20 acusados. “Transcorridos mais de 4 anos entre a data do recebimento da denúncia e a presente data, bem como sendo os réus maiores de 70 anos, imperiosa se faz a extinção da punibilidade, em virtude da prescrição”, decidiu a juíza Ana Claudia.

 

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