Por 6x1, TSE mantém Jaqueline Roriz inelegível

Nesta quinta-feira (11) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o recurso da candidata a deputada federal pelo PMN, mantendo sua inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa, conforme a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Jaqueline foi condenada por improbidade administrativa devido à participação no chamado Mensalão do DEM; a defesa ainda pode recorrer ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), trilhando o mesmo caminho em que José Roberto Arruda (PR) vem se aventurando, sem sucesso até o momento

Nesta quinta-feira (11) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o recurso da candidata a deputada federal pelo PMN, mantendo sua inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa, conforme a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Jaqueline foi condenada por improbidade administrativa devido à participação no chamado Mensalão do DEM; a defesa ainda pode recorrer ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), trilhando o mesmo caminho em que José Roberto Arruda (PR) vem se aventurando, sem sucesso até o momento
Nesta quinta-feira (11) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o recurso da candidata a deputada federal pelo PMN, mantendo sua inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa, conforme a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Jaqueline foi condenada por improbidade administrativa devido à participação no chamado Mensalão do DEM; a defesa ainda pode recorrer ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), trilhando o mesmo caminho em que José Roberto Arruda (PR) vem se aventurando, sem sucesso até o momento (Foto: Leonardo Araújo)


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Brasília 247 - Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (11) o recurso da candidata a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN), mantendo-a inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, conforme a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Jaqueline foi condenada por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) devido à participação no chamado Mensalão do DEM, quando ela teria recebido propina para apoiar a candidatura de José Roberto Arruda em 2006.

Tal qual ocorre com o ex-governador, Jaqueline tenta convencer a Justiça de que o registro de sua candidatura foi feito em 5 de julho, antes da condenação pelo TJ-DF, ocorrida em 9 de julho, o que, conforme a legislação, tornaria legítimo o registro. No entanto, o TSE entendeu que a condenação, apesar de ter ocorrido após o término do prazo de registro, tornou a deputada inelegível. A defesa ainda pode recorrer ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), trilhando o mesmo caminho em que Arruda vem se aventurando, sem sucesso até o momento.

Com isso, fica cada vez mais difícil a reeleição de Jaqueline, uma das esperança de manutenção da influência do clã Roriz. Jaqueline já vinha encontra dificuldades na arrecadação para sua campanha, como informou o Poder Online, do IG, e a movimentação para emplacar o filho Joaquim Roriz Neto como sucessor na Câmara Federal também não despertou interesse de doadores. Candidata à reeleição omo deputada distrital, a irmã Liliane Roriz (PRTB-DF) é a principal aposta da família, já que o pai, Joaquim Roriz, está fora dessas eleições devido a sua saúde e a mãe, Weslian Roriz (PRTB), é 1ª suplente do candidato a senador Gim Argello (PTB), em terceiro lugar nas pesquisas de intenções de voto.

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