Polícia da Câmara também tentou comprar maletas antigrampos
As maletas antigrampo, equipamentos de contrainteligência no centro da operação que levou quatro policiais do Senado à prisão na sexta (21), também estava nos planos dos agentes a serviço da Câmara dos Deputados; a Polícia Legislativa da Casa pediu em 2015 a compra de equipamentos semelhantes, sob o argumento de que a coirmã do Senado havia adquirido os materiais “ultramodernos”; a demanda, porém, acabou barrado pelos dirigentes
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247 - As maletas antigrampo, equipamento de contrainteligência que esteve no centro da operação que levou quatro policiais do Senado à prisão na sexta (21), também estava nos planos dos agentes a serviço da Câmara dos Deputados, diz a coluna Painel da Folha de S.Paulo. A Polícia Legislativa da Casa pediu em 2015 a compra de equipamentos semelhantes, sob o argumento de que a coirmã do Senado havia adquirido os materiais “ultramodernos”. A demanda, porém, acabou barrado pelos dirigentes.
"A operação no Senado foi vista entre peemedebistas como uma resposta de Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal às novas movimentações do presidente da Casa, Renan Calheiros, e aliados para desengavetar o projeto sobre abuso de autoridade.
Primeiro-secretário do Senado na época da aquisição das maletas de R$ 400 mil, Flexa Ribeiro (PSDB-AM) disse não se lembrar da compra. “Passa tanta coisa por aqui. Deve ter sido algum pedido da área de segurança”, desconversou.
Ao levantar o processo da compra das maletas, de janeiro de 2015, o senador tucano afirmou que apenas ratificou solicitação da diretoria-geral do Senado, com base no regulamento que define as atribuições da Polícia Legislativa."
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