Polícia Civil no DF rejeita proposta do governo
Policiais civis do Distrito Federal rejeitaram a nova proposta de reajustes salariais apresentada pelo governo; segundo a oferta, percentuais entre 8,5% e 4,5% seriam repassados aos agentes e delegados entre 2017 e 2021; a categoria pede equiparação imediata com a Polícia Federal, que concluiu a negociação salarial com o Ministério do Planejamento; a proposta feita pelo executivo local aos policiais civis prevê 7% de aumento em 2017, 7,5% em 2018, 8,5% em 2019, 5% em 2020 e 4,5% em 2021
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Brasília 247 - Policiais civis do Distrito Federal rejeitaram, em assembleia nesta terça-feira (6), a nova proposta de reajustes salariais apresentada pelo governo. Segundo a oferta, percentuais entre 8,5% e 4,5% seriam repassados aos agentes e delegados entre 2017 e 2021. A categoria pede equiparação imediata com a Polícia Federal, que concluiu a negociação salarial com o Ministério do Planejamento. A proposta feita pelo executivo local aos policiais civis prevê 7% de aumento em 2017, 7,5% em 2018, 8,5% em 2019, 5% em 2020 e 4,5% em 2021.
O presidente do Sinpol, Rodrigo Franco, afirmou que a proposta "continua sendo um recuo e mantém a quebra da isonomia" com a PF, porque outra proposta do GDF -- de 7% em 2017, 10% em 2018 e 10% em 2019 -- já havia sido recusada. Seu relato foi publicado no G1, que, no dia de agosto, também publicou a posição do chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio.
De acordo com o titular da pasta, o governo não tem dinheiro em caixa e, para dar aumento aos policiais, terá que cortar em outras áreas. Segundo o titular da pasta, o Buriti ainda precisa encontrar R$ 1 bilhão para fechar as contas de 2016.
"O que resta para o restante da cidade é insuficiente. A população precisa entender que, se formos conceder esse reajuste, o governo terá que tirar por meio de arrecadação de impostos ou cortando serviços, como medicamento dos hospitais, manutenção de equipamentos hospitalares", disse.
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