PMDB articula acordo para salvar Cunha na CCJ

A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados trabalha para ajudar o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a se salvar do processo no Conselho de Ética; a principal ajuda deve vir por meio da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), pois, este ano, o PMDB indicará o presidente da comissão, responsável por pautar a análise dos recursos de Cunha; a tendência é que a maioria da bancada peemedebista aceite o acordo costurado por Cunha para que o presidente da CCJ seja um peemedebista aliado dele; o presidente da Câmara estaria tentando emplacar o deputado Osmar Serraglio (PR) no comando da comissão

A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados trabalha para ajudar o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a se salvar do processo no Conselho de Ética; a principal ajuda deve vir por meio da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), pois, este ano, o PMDB indicará o presidente da comissão, responsável por pautar a análise dos recursos de Cunha; a tendência é que a maioria da bancada peemedebista aceite o acordo costurado por Cunha para que o presidente da CCJ seja um peemedebista aliado dele; o presidente da Câmara estaria tentando emplacar o deputado Osmar Serraglio (PR) no comando da comissão
A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados trabalha para ajudar o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a se salvar do processo no Conselho de Ética; a principal ajuda deve vir por meio da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), pois, este ano, o PMDB indicará o presidente da comissão, responsável por pautar a análise dos recursos de Cunha; a tendência é que a maioria da bancada peemedebista aceite o acordo costurado por Cunha para que o presidente da CCJ seja um peemedebista aliado dele; o presidente da Câmara estaria tentando emplacar o deputado Osmar Serraglio (PR) no comando da comissão (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - A bancada do PMDB na Câmara dos Deputados trabalha para ajudar o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a se salvar do processo no Conselho de Ética que pode levar à cassação do mandato do parlamentar, acusado de ter mentido em 2015 à CPI da Petrobras ao dizer que não possuía contas secretas no exterior. A informação foi confrontada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que aponta que o peemedebista tem contas não declaradas na Suíça que foram abastecidas com propina desviada da Petrobras. O procurador geral da República, Rodrigo Janot, também confirmou a versão da PF.

O processo contra Cunha no Conselho de Ética se arrasta desde novembro do ano passado e, atualmente, está na fase de coleta de provas e oitiva de testemunhas. O deputado negou as acusações.

A principal ajuda deve vir por meio da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), principal colegiado da Câmara. Este ano, o PMDB indicará o presidente da comissão, responsável por pautar a análise dos recursos de Cunha ao processo do Conselho de Ética.

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A tendência é que a maioria da bancada peemedebista aceite o acordo costurado por Cunha para que o presidente da CCJ seja um peemedebista aliado dele. Segundo relato do Estadão, o presidente da Câmara tenta emplacar o deputado Osmar Serraglio (PR) no comando da comissão. Serraglio está "alinhado" com Cunha.

Para viabilizar a eleição de seu aliado, Cunha propôs acordo para que o deputado federal Rodrigo Pacheco (MG) desista de disputar o comando da CCJ este ano, com a promessa de que será apoiado por Cunha e pela bancada na disputa pelo posto em 2017.

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