Plano Piloto: 33% ganham mais de R$14 mil por mês
Dados divulgados nesta quarta-feira (3) pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), apontam que a média salarial domiciliar dos moradores do Plano Piloto é de R$ 12.742, o equivalente a 17,6 salários mínimos; A receita passa dos R$ 14 mil por mês para 33,66% dos habitantes, o maior grupo populacional, e apenas 1,42% dos moradores vive com, no máximo, um salário mínimo; o chefe do lar residente na região recebe, em média, um salário de R$ 8.291,26
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Brasília 247 - De acordo com os dados divulgados pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), nesta quarta-feira (3), a média salarial domiciliar dos moradores do Plano Piloto é de R$ 12.742, o equivalente a 17,6 salários mínimos. A receita passa dos R$ 14 mil por mês para 33,66% dos habitantes, o maior grupo populacional, e apenas 1,42% dos moradores vive com, no máximo, um salário mínimo. Os índices revelaram ainda que o chefe do lar residente na região recebe, em média, um salário de R$ 8.291,26.
A alta renda, no entanto, caiu ante os dados de 2004 e 2011 da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios de 2014 (PDAD). Em 2004, os vencimentos dos moradores de Brasília chegaram a 19,3 salários mínimos. Em 2011 o número começou a registrar uma leve queda e alcançou 19,24 salários mínimos.
O levantamento feito na Asa Sul, Asa Norte, Vila Planalto, Vila Telebrasília, Vila Weslian Roriz e Setor Militar Urbano (SMU), indica que a renda per capita chegou a R$ 5.188,84. Servidores públicos e militares predominam no Plano Piloto - o contingente é de 38,35%. Empregados de carteira de trabalho assinada chegam a 37,32% e os sem carteira 2,68%. Os autônomos representam 15,11% do total de mão de obra da região.
Dados mais gerais apontam que 97,21% dos moradores do Plano Piloto se dedicam ao setor de serviços. Ainda de acordo com os dados, 11,83% trabalham no comércio, 8,99%, nos serviços gerais e 7,62, atuam como manicure, massagistas, entre outros serviços pessoais.
Mobilidade
Na região pesquisada, 43,72% dos domicílios têm um carro enquanto 43,79% têm dois ou mais. Devido a proximidade dos ministérios e sedes de empresas, a bicicleta é o segundo veículo com maior participação com 35,06%, seguido pela motocicleta, 4,21%.
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