Planalto justifica demissão de garçom com a suspeita de que poderia ser informante

Uma das decisões mais polêmicas do presidente interino Michel Temer, a demissão de José Catalão, foi justificada “pela desconfiança de que ele pudesse passar ao grupo de Dilma Rousseff informações que, entre um café e outro, ouvisse dentro dos gabinetes”; se a suspeita era essa, bastava afastá-lo do gabinete presidencial

Uma das decisões mais polêmicas do presidente interino Michel Temer, a demissão de José Catalão, foi justificada “pela desconfiança de que ele pudesse passar ao grupo de Dilma Rousseff informações que, entre um café e outro, ouvisse dentro dos gabinetes”; se a suspeita era essa, bastava afastá-lo do gabinete presidencial
Uma das decisões mais polêmicas do presidente interino Michel Temer, a demissão de José Catalão, foi justificada “pela desconfiança de que ele pudesse passar ao grupo de Dilma Rousseff informações que, entre um café e outro, ouvisse dentro dos gabinetes”; se a suspeita era essa, bastava afastá-lo do gabinete presidencial (Foto: Roberta Namour)


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247 – O governo do presidente interino Michel Temer justificou a demissão do garçom com a suspeita de que poderia ser informante do PT.

Uma das decisões mais polêmicas do peemedebista até agora, a demissão de José Catalão foi justificada “pela desconfiança de que ele pudesse passar ao grupo de Dilma Rousseff informações que, entre um café e outro, ouvisse dentro dos gabinetes”, segundo a colunista Natuza Nery. Se a suspeita era essa, bastava afastá-lo do gabinete presidencial.

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