PGR diz que não pedirá nova investigação eleitoral contra Bolsonaro

O vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet, nomeado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que o Ministério Público não precisa agir diante dos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral pois o TSE já tomou providências

Bonet, Aras e Bolsonaro
Bonet, Aras e Bolsonaro (Foto: Divulgação)


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247 - O vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet - nomeado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras -, não vai pedir uma nova apuração sobre ataques cometidos por Jair Bolsonaro contra o sistema eleitoral. Segundo Gonet, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tomou providências, pois o corregedor-geral Luís Felipe Salomão abriu um inquérito administrativo sobre o assunto, o que faz com que o Ministério Público não tenha de agir.

Gonet decidiu sobre o assunto após Aras delegar a tarefa ao novo vice-procurador-geral Eleitoral, nomeado para o cargo no dia 27 de julho, após não ter respondido pedido de um grupo de subprocuradores-gerais da República que pediu para que abrisse uma investigação eleitoral contra Bolsonaro diante dos ataques às urnas eletrônicas e ameaças golpe sobre as eleições do próximo ano.

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Em resposta aos subprocuradores, Gonet proferiu um despacho de cinco páginas, evitando fazer qualquer juízo de valor sobre as ações de Bolsonaro contra o sistema eleitoral. Disse apenas que o TSE já agiu com a abertura do inquérito administrativo e com o envio de notícia-crime para o inquérito das fake news.

"Os fatos objeto da representação, portanto, já estão postos à apreciação da Justiça Eleitoral e também do Supremo Tribunal Federal. De toda sorte, as informações e análises constantes do expediente são relevantes e constituem subsídios de interesse", escreveu no despacho, divulgado pelo jornal O Globo.

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Gonet também determinou que a documentação apresentada pelos subprocuradores-gerais da República seja enviada a um setor interno da Procuradoria-Geral Eleitoral.

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