PGR: Cunha orientou repasse da Carioca a Alves

Procuradoria-Geral da República afirma ter identificado pagamentos da empreiteira Carioca Engenharia em conta secreta da Suíça atribuída ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB); repasses foram feitos sob orientação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio; os valores totalizariam ao menos US$ 300 mil

Procuradoria-Geral da República afirma ter identificado pagamentos da empreiteira Carioca Engenharia em conta secreta da Suíça atribuída ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB); repasses foram feitos sob orientação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio; os valores totalizariam ao menos US$ 300 mil
Procuradoria-Geral da República afirma ter identificado pagamentos da empreiteira Carioca Engenharia em conta secreta da Suíça atribuída ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB); repasses foram feitos sob orientação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio; os valores totalizariam ao menos US$ 300 mil (Foto: Roberta Namour)


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247 - A Procuradoria-Geral da República afirma ter identificado pagamentos da empreiteira Carioca Engenharia em conta secreta da Suíça atribuída ao ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB).

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz que os repasses foram feitos sob orientação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pelo esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal.

O dinheiro era propina em troca da liberação de recursos do fundo de investimentos do FGTS para obras do Porto Maravilha, no Rio.

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"Por ocasião da cobrança de vantagem indevida feita aos empresários da construtora Carioca, Cunha indicou para o depósito da propina outra conta, esta de Henrique Eduardo Alves", disse o procurador-geral. Os valores totalizariam ao menos US$ 300 mil.

Os dois negam. "Não tive acesso à denúncia, não pedi propina nem para mim, nem para ninguém e desminto a afirmação", disse Cunha.

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Leia aqui reportagem de Aguirre Talento sobre o assunto.

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