PF investiga desvio de R$ 13 milhões no STJ

A Polícia Federal concluiu laudo técnico no qual constatou o superfaturamento patrocinado por empresas que fornecem serviços de informática para o Superior Tribunal de Justiça; o superfaturamento foi entre R$ 8 milhões e R$ 13 milhões; são 12 os servidores investigados por envolvimento, e que devem ser punidos com advertência ou demissão; irregularidades ocorreram na gestão do ministro Felix Fischer

A Polícia Federal concluiu laudo técnico no qual constatou o superfaturamento patrocinado por empresas que fornecem serviços de informática para o Superior Tribunal de Justiça; o superfaturamento foi entre R$ 8 milhões e R$ 13 milhões; são 12 os servidores investigados por envolvimento, e que devem ser punidos com advertência ou demissão; irregularidades ocorreram na gestão do ministro Felix Fischer
A Polícia Federal concluiu laudo técnico no qual constatou o superfaturamento patrocinado por empresas que fornecem serviços de informática para o Superior Tribunal de Justiça; o superfaturamento foi entre R$ 8 milhões e R$ 13 milhões; são 12 os servidores investigados por envolvimento, e que devem ser punidos com advertência ou demissão; irregularidades ocorreram na gestão do ministro Felix Fischer (Foto: Valter Lima)


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247 - A Polícia Federal concluiu laudo técnico no qual constatou o superfaturamento patrocinado por empresas que fornecem serviços de informática para o Superior Tribunal de Justiça. O superfaturamento foi entre R$ 8 milhões e R$ 13 milhões.

O laudo, recebido no final de janeiro pelo presidente do STJ, Francisco Falcão, constatou que houve superfaturamento e superdimensionamento na compra de equipamentos de informática.

O relatório da PF concluiu que a empresa Alsar é uma das envolvidas no desvio. A empresa nega, mas não cobrou judicialmente do tribunal quando seu presidente, Francisco Falcão, determinou a suspensão do pagamento.

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São 12 os servidores investigados por envolvimento, e que devem ser punidos com advertência ou demissão. Dois deles são do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Essas irregularidades ocorreram na gestão do ministro Felix Fischer, na qual o ministro João Otávio Noronha era o presidente do Comitê de Informática.

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