Para forçar reforma ministerial, base vai sabotar votações de Temer
Rejeitado por 97% dos brasileiros, Michel Temer não pode contar nem mesmo com sua base aliada; o impasse do PSDB sobre seu desembarque do governo deu nova vida às ambições dos parlamentares, que cobiçam os cargos e ministérios tucanos; o centrão diz que o Planalto deveria chutar o PSDB antes de ser chutado, em dezembro ou no início de 2018; nesta semana haverá um ultimato: a disposição é a de não votar nem sequer um projeto do governo
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - A novela mexicana do PSDB sobre a manutenção do apoio a Michel Temer deu fôlego aos setores da base aliada que querem ver os tucanos fora do governo o mais rápido possível.
O incômodo se alastrou de tal forma que nem o PMDB, partido de Temer, demonstra solidariedade.
O centrão diz que o Planalto deveria chutar o PSDB antes de ser chutado, em dezembro ou no início de 2018. Nesta semana haverá um ultimato: a disposição é a de não votar nem sequer um projeto do governo.
Tucanos que tentam retardar a saída do governo dizem que, com a sigla oficialmente fora, parte significativa da ala que quer o desembarque se sentirá desobrigada de apoiar reformas, como a da Previdência, às vésperas do ano eleitoral.
O impasse no tucanato ampliou o poder de fogo do centrão. O deputado Benito Gama (PTB-BA) resume a tragicomédia: “Temer, para salvar 22 votos do PSDB, vai perder 200”.
As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247