Padilha é réu por pagamento superfaturado

Novo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), é réu em uma ação civil de improbidade administrativa, acusado pelo pagamento superfaturado de R$ 2 milhões a uma empresa, na época que era ministro dos Transportes do governo Fernando Henrique Cardoso (1997-2001); Padilha é apontado como lobista para atender a "pleitos políticos para pagamentos absolutamente ilícitos e ainda por cima superfaturados" no extinto DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem), hoje Dnit

Novo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), é réu em uma ação civil de improbidade administrativa, acusado pelo pagamento superfaturado de R$ 2 milhões a uma empresa, na época que era ministro dos Transportes do governo Fernando Henrique Cardoso (1997-2001); Padilha é apontado como lobista para atender a "pleitos políticos para pagamentos absolutamente ilícitos e ainda por cima superfaturados" no extinto DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem), hoje Dnit
Novo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), é réu em uma ação civil de improbidade administrativa, acusado pelo pagamento superfaturado de R$ 2 milhões a uma empresa, na época que era ministro dos Transportes do governo Fernando Henrique Cardoso (1997-2001); Padilha é apontado como lobista para atender a "pleitos políticos para pagamentos absolutamente ilícitos e ainda por cima superfaturados" no extinto DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem), hoje Dnit (Foto: Roberta Namour)


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247 - O novo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), é réu em uma ação civil de improbidade administrativa, acusado pelo pagamento superfaturado de R$ 2 milhões a uma empresa, na época como ministro dos Transportes do governo Fernando Henrique Cardoso (1997-2001).

Na ação, ajuizada em 2003 pelo Ministério Público Federal, Padilha é apontado como lobista para atender a "pleitos políticos para pagamentos absolutamente ilícitos e ainda por cima superfaturados".

O extinto DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagem), hoje Dnit, pagou um precatório da empresa Comércio, Importação e Exportação 3 Irmãos por meio de um acordo extrajudicial no qual ficou estabelecido o valor de R$ 2,3 milhões.

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Segundo o Ministério Público, a empresa só teria direito a R$ 185 mil, por se tratar de uma dívida do DNER referente ao uso, por 82 dias, de um prédio da empresa.

Leia aqui reportagem de Aguirre Talento sobre o assunto

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