Operação do MP mira Sandra Faraj e o seu irmão

Promotores do MPDFT cumpre oito mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD); o suplente de Senador do DF e pastor evangélico da igreja Ministério da Fé, Fadi Faraj, e servidores comissionados do gabinete da parlamentar; de acordo com o MP, a distrital e o pastor, que são irmãos, são suspeitos de cobarem um terço dos salários de servidores comissionados que nomearam para cargos na Câmara Legislativa (CLDF), SEJUS e Administração Regional de Taguatinga

Promotores do MPDFT cumpre oito mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD); o suplente de Senador do DF e pastor evangélico da igreja Ministério da Fé, Fadi Faraj, e servidores comissionados do gabinete da parlamentar; de acordo com o MP, a distrital e o pastor, que são irmãos, são suspeitos de cobarem um terço dos salários de servidores comissionados que nomearam para cargos na Câmara Legislativa (CLDF), SEJUS e Administração Regional de Taguatinga
Promotores do MPDFT cumpre oito mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD); o suplente de Senador do DF e pastor evangélico da igreja Ministério da Fé, Fadi Faraj, e servidores comissionados do gabinete da parlamentar; de acordo com o MP, a distrital e o pastor, que são irmãos, são suspeitos de cobarem um terço dos salários de servidores comissionados que nomearam para cargos na Câmara Legislativa (CLDF), SEJUS e Administração Regional de Taguatinga (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Promotores de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) cumprem oito mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD); o suplente de Senador do DF e pastor evangélico da igreja Ministério da Fé, Fadi Faraj, e servidores comissionados do gabinete da parlamentar. De acordo com o MP, a distrital e o pastor, que são irmãos, são suspeitos de comandar esquema de corrupção cobrando um terço dos salários de servidores comissionados que nomearam para cargos na Câmara Legislativa (CLDF), SEJUS e Administração Regional de Taguatinga. Sandra também é suspeita de fraudar notas fiscais e assinaturas para recebimento de reembolso no valor de R$ 150 mil junto à CLDF referentes à prestação de serviços de publicidade e informática, mas que não foram pagos pela parlamentar à empresa Netpub Ltda. Segundo o MP, a dupla ameaçou testemunhas durante a investigação do MPDFT.

Os crimes investigados são de corrupção, falsidade ideológica e uso de documento falso, além da coação no curso do processo. Se forem confirmados, as penas podem ultrapassar 20 anos de reclusão e levar à perda do cargo público.

A investigação acontece no âmbito da Vice Procuradoria-Geral de Justiça do MPDFT. A decisão pelo cumprimento dos mandados é do Conselho Especial do TJDFT. O processo investigativo prossegue em sigilo. Por isso, não serão divulgadas mais informações e não está confirmada entrevista coletiva.

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Os mandados estão sendo cumpridos no âmbito da Operação Heméra (o nome tem origem na mitologia grega e significa a deusa da mentira). 

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