Novo presidente da Câmara encerra CPI do Carf

O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu uma decisão nesta sexta (15) que praticamente encerra a CPI do Carf, impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de corrupção na Operação Zelotes; Maia revogou uma determinação do seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de prorrogar por 60 dias a CPI; integrantes da CPI protestaram contra a mudança; "Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao cancelar a prorrogação da CPI do Carf", afirmou Ivan Valente (PSOL)

O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu uma decisão nesta sexta (15) que praticamente encerra a CPI do Carf, impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de corrupção na Operação Zelotes; Maia revogou uma determinação do seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de prorrogar por 60 dias a CPI; integrantes da CPI protestaram contra a mudança; "Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao cancelar a prorrogação da CPI do Carf", afirmou Ivan Valente (PSOL)
O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu uma decisão nesta sexta (15) que praticamente encerra a CPI do Carf, impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de corrupção na Operação Zelotes; Maia revogou uma determinação do seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de prorrogar por 60 dias a CPI; integrantes da CPI protestaram contra a mudança; "Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao cancelar a prorrogação da CPI do Carf", afirmou Ivan Valente (PSOL) (Foto: Valter Lima)


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247 - O novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu uma decisão nesta sexta-feira (15) que praticamente encerra a CPI do Carf, impedindo que ouça novos empresários investigados sob suspeita de corrupção na Operação Zelotes.

Maia revogou uma determinação do seu antecessor, Waldir Maranhão (PP-MA), de prorrogar por 60 dias a CPI. A prorrogação havia sido feita a pedido da comissão, que solicitava mais tempo para ouvir os investigados.

Em vez desses 60 dias, o novo presidente estabeleceu um prazo de 26 dias "exclusivamente para discussão e votação do relatório final", o que significa que ninguém mais pode ser convocado para prestar depoimento.

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Integrantes da CPI protestaram contra a mudança. "Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao cancelar a prorrogação da CPI do Carf", afirmou Ivan Valente (PSOL).

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